terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Poesia: Ano Novo o que é? - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

Ano novo o que é?

É um despertar para novos anseios e crer que a alegria deve ser o combustível de cada dia.

II

Ano Novo o que é?  

É sensibilizar com as pequenas coisas e sentir pulsar uma reflexão de muita modificação.

III

Ano Novo o que é?

É o entardecer dos velhos desejos e restabelecer a porta dos sonhos a enaltecer.

IV

Ano Novo o que é?

É a linha do pensamento da confiança que estabelece um itinerário do longo caminho que há de percorrer de fato.

V

Ano Novo o que é?

É tudo que foi observado e respondido anteriormente, mas que vai além da nossa consciência, pois é uma coletividade de relevância que a melhor forma de saber está no sorriso que esboçamos para atravessar o oceano.


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Poesia: Ano Novo Conjuntura de Positivismo - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O ano vai iniciar e com ele a certeza que creio que tudo siga na harmonia que se almeja.

II

Na harmonia que se almeja celebrando a esperança o teatro da vida é o ato que simplifica.

III

É o ato que simplifica simplificando a realidade para suavizar o calendário e ter um ano bom de fato.

IV

E ter um ano bom de fato consolidando a beleza de um gesto simples que resgate a sua nobreza.

V

Que resgate a sua nobreza não em forma de horanria mas em puros sentimentos que sustentem o prédio do conhecimento.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Poesia: Ano Novo a Evolução da Sintonia - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O ano inicia no projeto da duvida que solidifica na fortaleza que reeduca.

II

Na fortaleza que reeduca em partir para novos anseios e crer que tudo se chegue a um sentir que desejo.

III

A um sentir que desejo esperando na avaliação que tudo criara um ambiente novo para mudar.

IV

Um ambiente novo para mudar é o destino da vida trafegando pelo caminho da incerteza e tendo a solução que o mundo é uma força que irradia a cada singelo dia.

V


A cada singelo dia é Ano Novo a Evolução da Sintonia transmitindo bons pensamentos que irão reinar na emoção para sair pela porta do arcabouço da racionalidade e instituir o sentido de paz como mandamento de lealdade.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Poesia: Natal Símbolo da Simplicidade - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

Natal suave palavra de grande significado  que revela o seu sentido na grandeza que vivo.

II

Na grandeza que vivo em ultrapassar com elevação os defeitos que temos para priorizar a bondade que queremos.

III

Para priorizar  a bondade que queremos  especializando na afirmação que o mundo sublime esta na paz que exprime .

IV

Está na paz que exprime buscando sentimentos que redime. 

V


Buscando  sentimentos que redime é Natal Símbolo de simplicidade meditando a cada momento a ação conciliação para que tudo modifique a harmonia em evolução 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Poesia: Natal A Dignidade que Faz Pensar -Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal estrela que brilha em nossa consciência para ter na sociedade um desejo de maturidade.

II

Um desejo de maturidade no conciliar com a razão concebendo projetos de muita sinceridade que elevo.

III

De muita sinceridade que elevo criando a rede da energia que suscitara grandes revelações em muitas divagações.

IV

Em muitas divagações restaurando a melodia que deve tocar os sentimentos da vida em alegria.

V

Da vida em alegria é Natal A Dignidade que Faz Pensar raciocinando com serenidade no porto das indagações para desembarcar na solidariedade que é a terra firme da bondade. Pensar raciocinando com serenidade no porto das indagaç alegria.


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Poesia: Natal a Humanidade Espera Com Emoção - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal o sentido que deve reinar em nossa consciência para enfim se afirmar.

II

Para enfim se afirmar como a celebração da devoção, devotando novos planos de espiritualidade verdadeira para substituir no globo o consumismo que norteia.   

III

O consumismo que norteia deve-se acabar para estabelecer o Deus menino força de fé para lutar por um desejo que arranque a arrogância e plante a confiança.

IV

Plante a confiança, rogando os ensinamentos da verdade suprema que supera o pessimismo que temos.

V


Que supera o pessimismo que temos é Natal a Humanidade Espera Com Emoção que um dia possa crer priorizando o coração da elevação sustentando a harmonia como principio de humildade que se guia. 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Poesia: Natal a Chama da Esperança -Autor: Ruy da Penha Lôbo

I

Natal o momento divino que não notamos às vezes na nossa vida, mas que abrem o caminho.


II

Que abrem o caminho emocionando o pensamento para tirar a racionalidade e criar a subjetividade da bondade.

III

Criar a subjetividade da bondade organizando a alegria, um grande espetáculo que mobilizam atores de fato.

IV

Mobilizam atores de fato na crença da regeneração se perdoando a si mesmo em um mundo tão complexo e instalando na terra a paz que sempre espero.

V


A paz que sempre espero é Natal a Chama da Esperança fortalecendo os preceitos que não devem se fragmentar para solidificar bons valores que podem aprimorar.

Poesia: Natal Tempo de Avaliação - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal tem uma percepção que se deve perceber que é o grande mandamento está na maneira de se crer.   

II

Esta na maneira de se crer consolidando novos conceitos para restabelecer assim um paradigma, uma conjuntura de relevância que transforma o ser humano sendo agente da mudança.

III

Sendo agente da mudança em um mundo conturbado e inspirando conhecimentos em uma renovação em movimento.

IV

Em uma renovação em movimento consultando a emoção sensibilizando o caminho da forma de conceituação.

V


Sensibilizando o caminho da forma de conceituação é Natal Tempo de Avaliação avaliando os destinos para romper com a arrogância esperando traçar um novo mundo baseado na partilha que não cansa. 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Poesia: Natal a Divindade da Contemplação - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

Natal esboço de ensinamento que quer mudar a vida em seu sentimento.

II

A vida em seu sentimento em crer com elevação norteando o caminho do belo existir que está vindo.

III

Do belo existir que está vindo na comunhão que vigora , a cada olhar em sentir e celebrar.

IV

Em sentir e celebrar no catecismo da reflexão , refletindo a humildade a uma forma que se concebe , concebendo o amor o puro conceito de emoção para uma plena indagação.

V


Para uma plena indagação é Natal a Divindade da contemplação, contemplando a espiritualidade de um Deus que quer aproximar e mostrar o sentido para um novo tempo realizar.    

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Poesia: Natal Jesus quer Falar - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal portas abertas para a nossa mudança que devemos ter para uma bela observância

II

 Para uma bela observância observando com sutileza os erros que cometemos e assegurar com lealdade as qualidades que temos para a humanidade que queremos.

III

Para a humanidade que queremos transportando com amor o diálogo maduro da paz em seu esplendor.

IV

Da paz em seu esplendor fortalecendo a síntese da vida para levar ao mundo escrevendo novas páginas de uma realidade permanente para chegar ao fim do texto em uma sociedade consciente.

V


Em uma sociedade consciente Jesus quer Falar, falar ao pobre e a toda humanidade que a compreensão divina está no amor da partilha que se reparte  

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Poesia: Natal a Harmonia do Pensamento - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal origem de eterna confiança de um sentir futuro que a paz é o desejo que eleva e satisfaz.

II

É o desejo que eleva e satisfaz consolidando um pleno existir de infinito conselho em tudo a sensibilizar racionalizando os problemas para assim se humanizar.

III

Para assim se humanizar em priorizar com sentimentos os princípios duradouros um tempo que vai passar, mas que devem ser eternos em perceber e transformar.

IV

Em perceber e transformar transformando a brutalidade em cordialidade que mude a sociedade.

V


Cordialidade que mude a sociedade é Natal a Harmonia do Pensamento consultando as nossas vivências para restabelecer a oração como primórdio divino de elevada devoção 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Poesia: Natal o Arcabouço da Comunhão - Autor: Ruy da Penha Lõbo


I


Natal palavra divina de uma força de esperança que tudo se santifica na beleza de notar que o sentido é puro e devemos observar.

II

Sentido é puro e devemos observar para mudar a nossa vida e estabelecer arquiteturas de elevada conquista

III

De elevada conquista em solicitar ao coração que perdure por muito tempo a harmonia do sentimento para a estrada do aperfeiçoamento.

IV

Para a estrada do aperfeiçoamento devemos caminhar por nossos erros e imperfeições e aos acertos encontrar uma nova forma de concretizar.

V


e aos acertos encontrar uma nova forma de concretizar é o Natal o Arcabouço da Comunhão unindo análises para agir com sinceridade atravessando as pontes da extrema alegria para iniciar um novo dia.  

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Poesia: Natal a Grandeza da Mansidão - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O Natal mostra com detalhes o brilho de um menino que se eleva na humildade e no carinho.

II

Se eleva na humildade e no carinho, pois procura criar um pensamento novo partilhando na constatação que Jesus é bondade para a nossa modificação .

III

Para a nossa modificação orientando no sentido que deve-se abrir o coração a certeza da afirmação .

IV

A certeza da afirmação notabilizando com sensibilidade abandonando a arrogância e elevando á ternura de uma criança. 

V                      

Elevando á ternura de uma criança tentando passar uma ideologia serena que proclame em singelos temas que se pensa.

VI

Proclame em singelos temas que se pensa é o Natal a Grandeza da Mansidão, transmitindo a certeza de uma paz que deve vigorar em um contexto grandioso de muita devoção mostrando o trajeto para um aprimorar radiante ultrapassando o horizonte.



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Poesia: Natal Sinônimo da Graça de Deus - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O natal é a porta para um novo tempo que aconselha a nós todos a sempre crer em um ensinamento do novo.

II

A sempre crer em um ensinamento de novo que se renova a cada ano e divulga em nosso coração o sentido nobre da reflexão.

III

O sentido nobre da reflexão construindo com relevância grandes destinos de suavidade em um globo de elevadas complexidades.

IV

De elevadas complexidades pronunciando com alegria que a bela palavra é aquela que nunca passa.

V



É aquela que nunca passa é o Natal Sinônimo da Graça de Deus, derramando bênçãos por toda eternidade e repassando as gerações o verdadeiro amor da simplicidade.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Poesia: O Natal da Minha Infância - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O natal tem um sentido objetivo de se crer em um Deus menino em sua singeleza que ainda transforma os nossos corações para uma bela emoção.

II

Para uma bela emoção que trazia sentimentos da lembrança, da alegria na simplicidade que nos guia.

III

Na simplicidade que nos guia guardada com esperança que tudo muda, mas os princípios para o tempo esclarecer devem  permanecer.

IV

Para o tempo esclarecer devem permanecer que tudo deve ser mudado que o consumismo desenfreado que se vê hoje em dia perde-se o sentido no vácuo da imensidão que a única forma certa é o amor de Deus a humanidade então.

V


O amor de Deus a humanidade então é o Natal da minha Infância tendo como valores o que aprende de meus pais que o natal possa ser a beleza da paz que nos traz.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Poesia: Natal o Signo da Conversão - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal plano divino que está em nós percebendo o sentido de algo puro e infinito.

II

Algo puro e infinito na crença da harmonia realizando na vida uma orquestra de grande sintonia.

III

Uma orquestra de grande sintonia, sintonizando a simplicidade grande fidelidade de elevada notoriedade. 

IV

De elevada notoriedade no espaço das convicções suavizando a realidade com a certeza da realeza de um ideário de força e nobreza.

V


De força e nobreza é o Natal o Signo da Conversão convertendo as duvidas em bela concordância onde o mundo precisa de um diálogo que se alcança.  

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Poesia: Natal a Esperança da Manifestação - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O Natal é um desejo de abundância que tudo se realiza na certeza que indique.  

II

Na certeza que indique na gênese da oração onde todos criaremos a irmandade que queremos.

III

A irmandade que queremos em uma sociedade tão egoísta que explora o ser humano e não se percebe que a partilha é a realidade de  um Deus menino que se apresenta e enobrece.

IV

Que se apresenta e enobrece na forma da manifestar com seus pensamentos racionaliza uma objetividade perfeita de sentimento sincero de verdade deve ter para enfim se aprender no arauto do esclarecer.
V


Para enfim se aprender  no arauto do esclarecer é o Natal a Esperança da Manifestação , manifestando em um mundo de grandes desigualdades e consolidando os  valores da beleza da igualdade. 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Poesia: Natal a Singular Emoção - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Dentro de todas as festas mundiais o Natal coloca a beleza da mansidão de Deus em nosso coração como força de transformação.

II

Como força de transformação no cotidiano do pensamento para mudar a sensibilidade mola motriz da emoção que conduzira à leveza a razão para se perceber que Jesus menino traz a alegria a se conceber.

III

Traz a alegria a se conceber o diário da existência que tudo santifica na paz e na consciência.

IV

Na paz e na consciência inspirando a elevação do sentido puro e eterno da sociedade que espero.

V


Da sociedade que espero O Natal a Singular Emoção emocionando e destronando a nossa soberba para possibilitar ao globo a humildade como vocação e consolidando assim a mudança de princípios enfim. 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Poesia: O Natal O Caminho Para Redenção - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal gesto de reconciliação com um Deus menino que revigora os laços de bondade e humildade presente em cada humanidade.

II

Bondade e humildade presente em cada humanidade com exemplo de harmonia que esta nos simples atos e também na pureza que se inicia. 

III

Na pureza que se inicia com o mandamento do amor introduzindo a esperança como o grande esplendor

IV

Como o grande esplendor no deserto das nossas duvidas para esclarecer as respostas a vida em toda a sua ternura.

V


A vida em toda a sua ternura é o Natal O Caminho Para a Redenção transformando as nossas vivências em um belo crer que Jesus está conosco em cada dia e entardecer.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Poesia: O Mundo Introspectivo - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A introspecção é a forma de se ver interiormente e conectar ao exterior a vida como esplendor.

II

A vida como esplendor solicitando sem demora detalhes grandiosos que identificaram a sensibilidade em um projeto de maturidade.

III

Em um projeto de maturidade durando por todo o tempo restabelecendo reflexões que poderão materializar em nova forma de criar.

IV

Em nova forma de criar em sensações despercebidas de saudades esquecidas.

V


De saudades esquecidas é O Mundo da Introspecção formatando e m nossa memória o bom da vida a apresentar o caminho  sereno é o único sentido a imaginar

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Poesia: A Profecia da Solidariedade - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A profecia são pensamentos futuros que irão se materializar, mas que podem sustentar a nossa paz em cada olhar.

II

A nossa paz em cada olhar, olhando com veemência que tudo se estabelece no planejamento da ética que se concebe.

III

 No planejamento da ética que se concebe lutando com sensibilidade originando caminhos de bela racionalidade. 

IV

De bela racionalidade semeando a certeza que o mundo se percebe na grandeza de lutar por um desejo imaginário que vai assim se implantar.

V


Um desejo imaginário que vai assim implantar é a  A Profecia da Solidariedade estruturando sínteses que serão grandes temas para mudar o contexto em um globo que se conceba e aprimore a vida na plena realeza que indica.  

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Poesia: A Constelação do Esclarecimento - Autor: Ruy da Penha Lôbo




I

O esclarecimento é a consciência que tudo se identificara em formas harmoniosas de assim se profetizar.

II

De assim se profetizar buscando com reiteração que a ordem da vida é a linha que se conquista.

III

É a  linha que se conquista pontuando suaves aprofundamentos em criar postulados de sinceridade na participação da honestidade.

IV

Na participação da honestidade modernizando a alegria para sempre ter em mente a humildade como guia.

V


A humildade como guia é a  A constelação do Esclarecimento como um conjunto de estrelas a brilhar sobre a arrogância e consolidar a singeleza da harmonia que se alcança. 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Poesia: O Diálogo é a forma de transformar - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O Diálogo é um acordo de múltiplas vantagens que transforma o desejo e uma força que invade.

 II

E uma força que invade notabilizando na reflexão que um mundo sereno se faz na concatenação

III

Se faz na concatenação de idéias a convergir para um modo novo que há que persistir.

IV

Há que persistir notando sem demora que os fatos acontecem para nortear nossa história.

V


Nortear a nossa história com o desígnio da verdade, O Diálogo é forma de transformar em um globo de união para ter uma sincera remodelação.   

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Poesia: A Generosidade é um Dom de Deus - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

Ser generoso indica de verdade que a bondade existe em toda a sua sinceridade.

II

Em toda a sua sinceridade tendo projetos de restauração para um acolhimento de grande entendimento.

III

Para um acolhimento de grande entendimento, produzindo Sociabilidades para nutrir um relevo de bela maturidade.

IV

De bela maturidade no concilio da esperança possibilitando bons sentimentos de notável relevância.

V


De notável relevância, A Generosidade é Um Dom de Deus buscando sempre mostrar que o reino de Deus está aqui sempre a transformar. 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Poesia: A Luz da Alegria - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A alegria é um estado de espírito que vigora um novo pensamento de certeza e gloria.

II

De certeza e gloria no teatro da emoção criando personagens que transmitirão a imensidão.

III

Transmitirão a imensidão em crer com veemência que a igualdade é a grandeza da beleza que se pensa.

IV

Da beleza que se pensa, reflete na ternura um voto de esperança na meta que insinua,

V


Na meta que insinua è a Luz da Alegria, iluminando com sorrisos, uma bela imagem da sintonia da cordialidade. 

Poesia: O que é o Caminho? - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O que é o Caminho?

É o trajeto que estamos a trilhar, é o sentimento de força que desejamos restaurar.

II

O que é o Caminho?

É a consciência com certeza que um percurso de nossa vida está a indicar um futuro novo de paz para o povo

III

O que é Caminho?

É a arquitetura do sentir que grandes projetos poderemos sempre construir.

IV

O que é Caminho?

É a ponte da meditação,  meditando a realidade da prioridade que invade.

V

O que é o Caminho?


É tudo que foi falado e também muito além é absorver e reagir e fazer a partilha do bem. 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Poesia: A Originalidade da Vida - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A vida mostra segredos que irão revelar no percurso do destino e assim se concretizar.

II

E assim se concretizar com formas de remodelação, inspirando o destino um relacionar com a esperança que o puro trajeto é a memória que se alcança.

III

É a memória que se alcança absorvendo de verdade os bons pensamentos que perpetuaram de verdade.

IV

Perpetuaram de verdade no campo da consciência reiterando a palavra para uma sociedade que se instala.

V


Uma sociedade que se instala é A Originalidade da Vida mostrando as suas diferenças a cada afirmativa que o mundo belo no respeito a sintonia da elevação de grande cooperação.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Poesia: A Duvida que Transforma - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A duvida é a escolha que estamos a tomar para realizar objetivos que se arranja no horizonte que persiste.

II

No horizonte que persiste quer determinar modelos novos que poderemos analisar.

III

Modelos novos que poderemos analisar na conjuntura da conceituação, limitando o pensamento a grandes reflexões que elevem o sentimento.

IV

Grandes reflexões que elevem o sentimento é a prioridade da memória ilustrando bons caminhos de muita paz e vitória

V


 De muita paz e vitória é A Duvida que Transforma , transformando para uma nobre aliança que torne igualitária a vida humana com mudança.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Poesia: O Amor de Mãe - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O Amor de mãe é algo sublime de uma paz grandiosa para possibilitar um terno sorriso de um amor sempre infinito

II

para possibilitar  um terno sorriso de um amor sempre infinito por novas perspectivas que vão sempre aproximar.

III

Vão sempre aproximar deixando com mansidão algo divino sereno de muita renovação


IV

Algo divino e sereno de muita renovação no questionário da vida para concluir as respostas em uma bela sintonia

V


Em uma bela sintonia é o Amor de Mãe demonstrando carinho que iremos sentir saudade e guardar na memória a beleza da sua bondade.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Poesia: O Chão da Inquietude - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O chão é um solo fértil onde pode se plantar, e também é o sentido que vamos conseguir, e realizar sonhos novos a aguardar.

II

Sonhos novos a aguardar no horizonte da racionalidade que tudo planeja na alegria e no ponto infinito de se ter um mar atravessar para a terra avistar.

III

de se ter um mar atravessar para a terra avistar fortificando o idealismo que tudo possibilita com determinação um mundo de idéias que irão se perpetuar então.

IV

Se perpetuar então conceituando a realização registrando no relógio do tempo, os ponteiros que irão passar para os minutos do destino na grandeza vislumbrar um idealismo de concretização em tempo de interrogação.

V


Em tempo de interrogação é o Chão da Inquietude se inquietando com o globo norteando a esperança guiando na vida a singeleza da confiança  

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Poesia: A Frase da Tolerância - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

 A Frase é um pensamento que atravessa o tempo de um entendimento de mundo para um grande questionamento.

II

Para um grande questionamento que deve materializar na ordem da vida , na forma da realização para nutrir versos de muita purificação.

III

De muita purificação destacando a mudança que tudo acontece na força que enriquece.

IV 

Na força que enriquece dialogando interiormente para crer que a vida é uma palavra que suscita.
V
E uma palavra que suscita é A Frase da Tolerância, tolerando por caminhos de afirmação para concretizar belos anseios de percepções que creio.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Poesia: Acordar Para Uma Indagação - Autor: Ruy da Penha Lôbo

I

Acordar significa no sentido Puro de despertar, despertar para grandes sonhos que vão sempre postular.

II

Vão sempre postular na crença de renovação dialogando sentidos de muita peregrinação

III

De muita peregrinação em orientar com sistemática a forma oriunda de paz e tolerância para no mundo a plena concordância.

IV

A plena concordância agindo na elevação de um desejo infinito há que observar na redenção imaginar.

V


Há que observar na redenção imaginar é Acordar Para Uma Indagação, indagando aos pensamentos a compreensão de viver em uma sociedade plural para um tempo sem igual. 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Poesia: O Papel do Destino - Autor: Ruy da Penha Lôbo

I

O destino é um conjunto de realidades que acontecem na vida e mostra a sua verdade.

II

Mostra a sua verdade no horizonte da contemplação um novo notar que racionaliza assim sinceros conhecimentos a existir.

III
Sinceros conhecimentos a existir perpetuando com veemência que o destino se muda na analise da história, um olhar para mudar a sociedade em grandes métodos e notoriedades.

IV

Em grandes métodos e notoriedades revelando com entusiasmo a redenção consciente onde  pessoas mudem completamente.

V

Onde as pessoas mudem completamente é o Papel do Destino orientando as pessoas que encontrem a direção e transformem a vida com a afirmação..




sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Poesia: A Solitária Emoção - Autor: Ruy da Penha Lôbo

I

A emoção é um vento que sopra sem destino e muda os caminhos que traçamos com o desejo em confiar que tudo vai melhorar.

II

Que traçamos com o  desejo em confiar que tudo vai melhorar, pois não percebemos a sua trajetória, cria enredos, muda tudo e conceitua uma nova história.

III

E conceitua uma nova história que insiste em avaliar o futuro que irá abrir para enfim consolidar.

IV

Para enfim consolidar no imaginar da relevância que traduz um verso na prosa da confiança.

V


Na prosa da confiança é A Solitária Emoção refletindo em nossos pensamentos para reinar absoluta e socializar ao globo a nossa grandeza que educa.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Poesia: A Alternativa que Renova - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I


O Cotidiano revela coincidências de um mundo descrente que quer uma plena consciência urgente.

II

Que quer Uma plena consciência urgente com muita responsabilidade munindo de sonhar para uma paz que invade

III

Para uma paz que invade no desígnio da emoção consolidando a sinceridade no mapa da notoriedade.

IV

No mapa da notoriedade na humildade como expressão expressando bons valores de muita realização.

V

De muita realização é A Alternativa que Renova solucionando os problemas para racionalizar a esperança e nortear ao globo um anseio para o novo.







terça-feira, 4 de novembro de 2014

A Saudade que me Toca - Autor: Ruy da Penha Lôbo

Sentado á porta da minha casa em uma manha de domingo no ano de 2014 na Rua Estevão Olegário  numero quatrocentos em São Paulo Capital,  por alguns instantes lendo o jornal O Estado  de São Paulo , relembrei com saudade , a vida harmoniosa que eu Sergio Porto tinha com meus irmãos Alessandra e Duarte e meus pais Domingos e Cândida , na pequena cidade de Uranata interior de Goiás , naquela alegria que hoje faz falta pois vivendo em uma megalópole onde a correria não dá espaço a pequenos momentos que temos  que apreciar e são indispensáveis em nossa vida cotidiana.
   Na cidade de Uranata a vida passava devagar todos se conheciam, Dr. Péricles era o medico de toda a comunidade, atendia a todos sem distinção ou condição econômica seguindo o verdadeiro exemplo de Hipócrates, o cotidiano interiorano se manifestava nas rodinhas de conversa para falar dos problemas da cidade e da política, isso acontecia na praça Cristóvão Dias onde toda a comunidade se reunia também aos  sábados  a noite para colocar o papo em dia aqueles instantes únicos que hoje fazem muita falta o dialogo entre as pessoas , compartilhar seus problemas , ter a certeza que tudo seria resolvido com muita harmonia e dedicação.
   A sociedade de Uranata  era muito cordial sempre procurando resolver as necessidades de quem necessitava , um dia lembro como se fosse hoje do senhor Ataíde trabalhando em sua Padaria com muito afinco e determinação teve a visita de uma mulher com quatro filhos que estava passando fome e pedindo ajuda , seu Ataíde vendo seu sofrimento , arrumou uma comida , distribuiu  pães, biscoitos e roscas entregou alimentos a esta família durante meses até se reerguerem  e conseguirem e se sustentarem  para mudarem as suas vidas e o seu destino. 
   Retornando  a minha família tendo recordações das manhas de domingo  em que tio Gaudêncio trazia presentes para nós , brinquedos , chocolates e doces , alem disso tudo o essencial para nós , era sua alegria que até hoje sinto falta e guardo em minhas memórias que não se apagaram mas ficaram eternizadas .
    Nossa rotina era feita de pequenos momentos que se tornariam inesquecíveis pois retratam uma simplicidade que hoje não existe , naquela época estudávamos com muita alegria no Colégio Fagundes Ernesto era um grupo muito animado por eu , Sergio , Alessandra , Duarte e meus Colegas Constantino e Fernanda , íamos todos de manha cumprir o itinerário de nossas vidas e galgar um futuro que um dia iria acontecer .
  Meus pais Domingos e Cândida procurando dar o melhor para  nós , mas o principal mostrava o exemplo de honestidade que devíamos seguir para ser grandes pessoas com princípios fortes e que nunca se abalariam por conseqüências nenhuma desta vida tão cheia de percalços e surpresas que estão a nossa volta e que acontecem de forma aleatória sem que possamos dirigir nossos caminhos.
   Sentindo a presença de meu pai lembro que sai cedo para trabalhar no Correio como carteiro e entregar noticias de alegria e tristeza, minha mãe lutava com afinco na labuta do lar , auxiliando a todos nós para que pudéssemos concretizar todos os nossos sonhos sendo  artífices  de nossa  história , construtores de uma nova sociedade, ao folhear  todas essas páginas  sente uma imensa saudade , hoje meus irmãos não procuram saber como estou  e minha família acabando com nossa irmandade .
  Alessandra é individualista vive somente para o trabalho e não quer ter união comigo. Duarte é um grande advogado trabalha para grandes empresários e vê o mundo apenas como capital, acumulando mais e mais bens e esquecendo os valores que norteiam uma sociedade  civilizada que precisa  de valores tão escassos em nosso mundo.Em relação a meus pais Domingos e Cândida pouco tempo depois de concluirmos nossos estudos ginasiais faleceram e até hoje há uma brecha forte que não se apagara, no contexto de minha vida  Eu Sergio Porto sou formado em História com mestrado em Harvard Estados Unidos  e ministro aulas na Universidade de São Paulo , tenho uma família feliz juntamente com minha esposa Claudia e meus filhos Bento e Simone , mas aquela irmandade que tínhamos desejo que voltaria pois era um elo de simplicidade em ação é A Saudade  que Me Toca que eu quero guardar para ter a certeza que bons momentos temos sempre que resgatar.  

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Um Amor em Varsóvia - Autor: Ruy da Penha Lôbo

  Era o ano de 1969, ano conturbado de grandes acontecimentos no mundo era o período da guerra fria e ditaduras na América latina, um mundo com grandes conflitos ideológicos, neste contexto eu Fabio Gonçalves estava estudando na Universidade Nacional de Varsóvia, concluindo meus estudos em filosofia, Varsóvia Capital da Polônia fica no leste Europeu, um país lindo de paisagem exótica e um povo alegre.
  Um dia andando por suas belas ruas notei com exatidão a beleza radiante de uma mulher linda, olhos azuis, cabelos loiros e um sorriso encantador, ao aproximar trocamos olhares e com um sorriso angelical ela sorriu e disse uma só palavra , entretanto  aquele instante seria um único especial que tudo conspirava a meu favor e seria inesquecível como um grande momento de alegrias.
    Estudando e trabalhando em uma escola secundaria como estagiário fui a uma lanchonete apreciar da boa culinária Polonesa, ao sentar em uma mesa pedi a Deus que aquele momento se repetisse novamente , quando menos espero eis que avisto ela chegando saindo do metro e ao perceber que estava sozinho se aproximou e começou a conversar, falamos de nossas vidas ela disse que era de Londres capital da Inglaterra e que estava estudando arqueologia na Universidade de Manchester e estava de férias para ver uns parentes de seus pais que eram poloneses  , neste dialogo que foi intenso falei dos meus planos que era Brasileiro de Goiânia capital do Estado de Goiás e estudava filosofia  na Universidade Nacional de Varsóvia e trabalhava como estagiário em uma escola secundaria de Varsóvia  e gostava muito do clima e de seu povo tão hospitaleiro instantes que ficarão registrados em minha memória 
   O assunto se desenvolvia muito bem, falei que queria conhecê-la melhor e disse para sairmos e conversarmos, pois havia sentido muito bem em sua companhia, ao dizer isto ela respondeu  que também havia adorado falar comigo , então eu disse a ela :
- Você aceita sair comigo para ir a um restaurante em que nós possamos nos conhecer melhor? 
Ao responder isto ela disse:
- Sim aceito e em seguida perguntou qual era meu nome                
Então falei:
- Meu nome é Fabio Gonçalves desculpe por não ter falado antes meu nome e nem lhe perguntado  o seu , pois o assunto esta tão bom que até esqueci de falar.
Quando disse isto ela respondeu;
- Que horas vamos sair?
Por fim falei:
- As oito e quinze da noite passarei em sua casa para saímos.
E em seguida ela respondeu:
- Esta bem, meus Parentes moram no Bairro Castelo Dourado estarei na porta te esperando.
Ao dizer isto disse:
- Passarei lá e sairemos.
Ao  chegar o dia tão esperado saímos  e fomos a um restaurante francês muito famoso por seus pratos muito requintados se chamava Le Charmant  , ao entrar ao restaurante sente o quanto aquele instante seria imortalizado em momentos que se perpetuariam por toda a nossa vida como exemplo de que o amor existe e pode acontecer em grandes instantes que norteiam o destino e não percebemos.
Terminando o jantar fomos a uma praça que ficava de frente ao restaurante onde se podiam notar flores amarelas, vermelhas e azuis fazendo um contraste com toda a sua beleza e a cor de seus olhos, sentamos em um banco e admiramos a lua, em seguida criei coragem e disse
- Jennifer tenho algo a lhe dizer é muito importante
 Ao dizer isto ela respondeu:
- Fale Fabio quero ouvir?
Por fim responde:
- é que Desde o momento que a vi passei a ter um sentimento muito forte por você..
Com determinação a indaguei:
- Jennifer você aceita ser minha namorada, pois estou gostando muito de você aceita meu pedido?
Enfim ela respondeu:
- Fabio também estou sentindo um sentimento muito especial por você desde o instante que olhamos um para o outro, eu aceito namorar com você.
Tendo dito isto de forma afirmativa, beijamos e abraçamos e aqueles minutos marcariam para sempre nossos destinos como um arcabouço de grandes emoções, sendo um perfeito cenário de sintonia de pensamentos,
  Em seguida fui à casa de seus parentes e no fim de semana fomos a Londres na cidade de Manchester em que disse a seu pai e sua mãe sobre meus planos com relação a Jennifer dizendo que queria assumir um compromisso serio de casamento com ela , seu Pai e sua mãe concordaram pois sentiram que havia um sentimento muito forte entre nós , seu Pai se chamava Peter e sua Mãe Elizabeth ele tinha um pequeno comercio que tinha o nome de House Company e sua mãe era professora em um colégio.
  Concluímos nossos estudos no ano de 1979 fomos para o Brasil, para Goiânia minha terra natal, e começamos a trabalhar em Universidades eu Fabio na Universidade Sebastião Pires da Fonseca ministrando Aulas de Filosofia e ela na Universidade Goulart Pena Sales lecionando Arqueologia, nossa vida ia se estruturando então resolvemos casar e casamos na igreja Nossa Senhora da Abadia, a felicidade era enorme, os segundos deste momento especial consagrariam todos os meus sonhos  tendo ao lado a  mulher que amo e a concretização profissional.Anos se passaram em 1994 com nossos filhos formados, Paulo, Pámela e Vitória nossa felicidade se perpetuaria, o amor que se iniciou em Varsóvia em uma rua de muitas lembranças que fortaleceu a união, Um Amor em Varsóvia é o símbolo de nossa certeza que o amor se percebe nas simples formas de beleza.   

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Poesia: O Personagem do Egoísmo - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Os personagens são formas fictícias de criar enredos, mas que podem estimular a reflexão a se pensar.

II

A reflexão a se pensar modos de manifestação, manifestando a alegria que é sempre um esclarecer a cada dia.

III

Um esclarecer a cada dia lutando por uma sociedade justa que o individuo esteja incluído na distribuição que deve ser justa.

IV

Na distribuição que deve ser justa para não nortear uma saciedade de desiguais fazendo assim imortais.

V


Fazendo assim imortais é o Personagem do Egoísmo mostrando que a humanidade deve criar outra forma de realidade e não se apegar ao individualismo extremo e consolidar ao mundo a grande celebração de um planeta igualitário que transforme em algo de fato

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Poesia: O Sol A Força do Criador - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O sol é uma estrela que ensina com sua beleza que devemos crer na persistência como certeza.

II

Na persistência como certeza, pois está sempre a brilhar iluminando nossos caminhos que estaremos a trilhar.

III

Estaremos a trilhar na ânsia da emoção que o planeta necessita de formas urgentes de mobilizar a humanidade inteira para um grande redimensionar.

IV

Para um grande redimensionar olhando com inspiração atravessando o deserto da nossa individualidade e fazendo que haja a partilha que é a irmandade.

V


A partilha que é a irmandade é O Sol A  Força do Criador fortalecendo nossas mentes para nutrir a realeza que humildade é a única forma de nobreza. 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Poesia: O Amor Expressão da Beleza de Deus - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O amor é um sentimento que purifica a saciedade e imortaliza na vida a paz e a esperança sinais de grande mudança.

II

Sinais de grande mudança no sentir com dedicação que algo mágico de muita afirmação.

III

De muita afirmação se expressa no simples olhar em produzir a confiança que motiva em atos de bela lembrança

IV

Que motiva em atos de bela lembrança em postulara mediação dos sentimentos elevados que memorizam sempre um legado.

V


Que memorizam sempre um legado é o Amor Expressão da Beleza de Deus que notabiliza nos acontecimentos a história que vai suceder um caminho novo em cada momento a se conhecer. 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Poesia: O Portal da Sensibilidade- Autor: Ruy da Penha Lôbo




I

A sensibilidade cria consciência de um mundo sincero de formas que se pensa.

II

De formas que se pensa no arquivo da emoção no ato profundo da raridade da elevação.

III

Da raridade da elevação possibilitando sem demora o amor eterno que está em um raiar consciente em cada pensamento que invente.

IV

Em cada pensamento que invente no conciliar com motivação que o mundo abre possibilidade nas linhas da interioridade.

V

Nas linhas da interioridade é o Portal da Sensibilidade sensibilizando conceitos novos para rejuvenescer um destino seguro em formas de resplandecer.   




sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Poesia: A Importância de Existir - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Existir é uma alegria de Deus que orienta que poderemos trabalhar por um ciclo de justiça a reinar.
II           

Um ciclo de Justiça a reinar na originalidade da ternura que tudo configura na beleza que dura.

III

Na beleza que dura no interior dos sentimentos, preservando a bondade como forma de mandamento.

IV

Como forma de mandamento coexistindo com grandes cordialidades, a educação consciente que muda completamente. 

V

Que muda completamente é A Importância de Existir na certeza que iremos nortear o signo da harmonia no teatro da melodia.

                                                                                         

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Poesia: A Liberdade da Persistência - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A persistência é o dialogo com si mesmo na amplitude de sentir que o novo tempo é um tempo bom e sereno a seguir.

II

É um tempo bom a seguir que irradiara formas conceituais para um mundo de complexos universais.

III

De complexos universais se deve instituir o reinado da tolerância que irá assim constituir um ato de sentir.

IV

Ira assim constituir um ato de sentir o desejo da confiança  que nutrirá sonhos de uma bela observância.

V


De uma bela observância é A Liberdade da Persistência persistindo no campo da imaginação e  possibilitando um mundo singelo de sinceridade então. 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Poesia: Construir a Esperança - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

A esperança é o fascínio que move a humanidade e traz ao mundo a bela igualdade.

II

A bela igualdade no convívio da exatidão que nosso destino é a grandeza da expansão.

III

É a grandeza da expansão no horizonte da alegria que tudo irá raiar na paz da sintonia.

IV

Na paz da sintonia no contexto da compreensão que tudo deve ter a vitória da mansidão.

V


A vitória da mansidão no complexo da criação que o porto seguro deve ser sempre algo no futuro então .

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Poesia:: Um Silêncio Uma Percepção de Mundo--Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

Um instante revela sentimentos que estão no inconsciente, na firmeza da convicção, na paz que irá gerar motivação.

II

O silêncio são os momentos que norteiam uma forma de criar o relevo novo é a síntese do que é belo e construtivo para um novo poder que é infinito.

III

A linguagem silenciosa provoca indagações porque pensamos, instruímos a singelas conceituações.  

IV

O legado do silêncio está na forma de manipular um brilhante raciocínio que é sempre algo divino.

V


Considerando o silêncio há muitas interrogações, Um Instante, Uma Percepção de Mundo que se faz na vida no cotidiano , em um pensar grandioso que orienta novos caminhos  que levem a plenos destinos.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Poesia: O Século 21- Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O século é um conjunto de anos que se passaram e consolida o novo em outro século como legado. que se afirma

II

Em outro como  legado que se afirma sempre a mostrar que tudo que existe é um  aperfeiçoamento de tecnologia deixando um recado que devemos viver sempre em harmonia.

III

Devemos viver sempre em harmonia pelos séculos sem fim conceituando a partilha para que possa reinar uma saciedade que brilha. 

IV

Uma sociedade que brilha levando a esclarecer que a maior beleza é a igualdade de oportunidades que se pode ter.

V


É a igualdade de oportunidades que se pode ter na percepção da melhora que o século 21 mudou nosso conceito de história.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Poesia: Pingos de Um Novo Dia- Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

Os Pingos da chuva é a consolidação do amor, do Deus Divino que traz sempre seu esplendor.
II

Que traz sempre seu esplendor no dialogo da história que assim modifica quando a justiça consolidar a bondade como prioridade que se creia

III

Como prioridade que se creia na análise da juventude tendo o coração sempre jovem parar as grandes inquietudes.

IV

Tendo o coração sempre jovem para as grandes inquietudes procurando solicitar um novo ideário no coração para um conjunto de reflexão.

V

Para um conjunto de reflexão são Os Pingos de Um Novo Dia, pingando em nossa consciência, a necessidade da sensibilidade que tudo se transforma quando a chuva solidifica a na conceituação a que se inicia em um novo olhar para trazer respostas que irão se materializar no inconsciente coletivo e enfim concretizar.


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Poesia: A Consagração do Silêncio - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I


O silêncio é algo sublime é onde idealizamos nossas conjecturas e formulações para nortear o mundo com nossos pensamentos em ebulição.

II

Com os nossos pensamentos em ebulição querendo criar algo infinito que ira sempre reinar.

III

Que irá sempre reinar no campo das hipóteses que tudo é belo naquilo que nos comove.

IV

Naquilo que nos comove na estrutura da reflexão,  fazendo análises que sempre traduzem a nossa mensagem.

IV


Sempre traduzem a nossa mensagem é A Consagração do Silêncio coordenando formulas novas mediatndo os anseios puros profundos de afirmação.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Poesia: O que é a Natureza?- Autor : Ruy da Penha Lôbo


I

O que é a Natureza

É o conjunto de biomas para proteger e ter um futuro para as gerações que irão preceder. 

II

O que é a Natureza?

É respeitar cada forma animal e crer que tudo faz parte da criação universal.

III

O que a é Natureza?

É o amanha que começa agora com uma consciência  coletiva para um planeta que necessita.

IV

O que é a Natureza

É conceber novas firmas de percepção que a natureza cobra quando não há  respeito a sua diversidade então.

V

O que é a Natureza?


É tudo que está impresso no consciente coletivo é ir muito além, é respeitar os animais,  plantas e outras espécies e pensar na vida humana para um tempo que enobrece.  

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Poesia: A Rota da Compreensão - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

A compreensão é uma semente que se deve perpetuar em novas idéias para enfim se afirmar.

II

Para assim se afirmar no ideário da consciência que tudo estabelece a paz na sua consistência.

III

A paz na sua consistência com objetivo de instruir que a tolerância é o caminho que devemos todos seguir. 

IV

A tolerância é um caminho que devemos todos seguir na percepção que não cansa de um modo diferente que mude a vida completamente.

V


Que mude a vida completamente é A Rota da Compreensão, conduzindo o caminho nas caravelas da obediência que levem a um destino, um porto de afirmação onde poderemos sentir a emoção.  

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Poesia: A Nuvem da Educação - Autor: Ruy da Penha Lôbo

I

A nuvem é um fenômeno que orienta que se formam muitas nuvens para a chuva que acalenta e transforma.

II

A chuva que acalenta e transforma espaço de afirmação um conceito subjetivo de grande objetivo e ação.

III

De grande objetivo e ação procura nortear o reino da mudança que está assim na lembrança.

IV

Que está assim na lembrança no por do sol da inquietude com gestos perfeitos de ternura e amplitude.

V

Com gestos perfeitos de ternura e amplitude è A Nuvem da Educação ensinando com persistência que se deve crer que as dificuldades da vida se vence no esforço para se ter,


terça-feira, 7 de outubro de 2014

Poesia: O Sonho que Fortifica - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O sonho é um conjunto de pensamentos que estimulam a vida a criar perseverança que sempre haverá esperança
II

Que sempre haverá esperança identificando com notoriedade que a felicidade é a força da vontade.

III

É a força da vontade ilustrando com sinceridade que o horizonte radiante está na crença de um futuro melhor e brilhante que se pensa.


IV

Na crença de um futuro melhor e brilhante que se pensa no teatro da emoção, emocionando cenários de muita sensibilidade então.   

V


De muita sensibilidade então é o Sonho que Fortifica, fortificando a determinação que tudo inspirara novos diálogos para assim se relacionar de fato, 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Poesia: A Modernidade da Conciliação - Autor Ruy da Penha Lôbo


I

A conciliação é um acordo de mutua compreensão compreendendo o que somos no agir e no pensamento então.

II

No agir e no pensamento então na cordialidade da esperança que instrui as pessoas a seguir com confiança.

III

A seguir com confiança em criar no cotidiano um ambiente seguro que instale a verdade profunda forma de realidade.

IV

Que instale a verdade profunda forma de realidade em sentir com exatidão um modelo novo na orquestra do perdão.

V

Na orquestra do perdão é A Modernidade da Conciliação conciliando arquétipos renovados de muita paz e união para introduzir no mundo o valor da retidão

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Poesia: O Dia de Hoje - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I
O dia de hoje é uma conseqüência da história que introduz conhecimentos na vida e na memória
II
Na vida e na memória, pois não ira voltar ficando nas lembranças para assim restaurar.
III
Para assim restaurar os conceitos de saudade de um tempo bom da vida que ficara no armário da consciência que se multiplica a cada tempo que passa na relevância que se pensa.
IV
Na relevância que se pensa no construir com estruturas fortes o arquivo da memória para sentir com saudade fatos da nossa história.
V

Para sentir com saudade fatos de nossa história é O Dia de Hoje que devemos aproveitar retirar as tristezas e consolidar as alegrias para nortear nossa vida na perpetuação que nos guia.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Poesia: Deus Meu Eterno Conselheiro - Autor: Ruy da Penha Lôbo

I

Deus autor da História que consolida sonhos no entardecer da simplicidade que é a única moralidade.

II
A única moralidade que ensina com retidão um novo ensinamento de justiça e perdão.

III

De justiça e perdão no auge da alegria que semeara novidades que induzirão a pureza da fraternidade

IV

Que induzirão a pureza da fraternidade no arcabouço da certeza que tudo se modifica na plena sinceridade que se veja.

V


Na plena sinceridade que se veja Deus meu Eterno conselheiro orientando para que possa perceber que a grandeza infinita está na singularidade da vida que se crê . 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Poesia: A Maturidade da Coerência - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A coerência é a firmeza de propostas para coexistir na vida sempre tendo algo que transmita.

II

Sempre tendo algo que transmita a conciliação para reerguer estamentos de configuração

III

Para erguer estamentos de configuração que registrem na história uma novidade que restaure a memória

IV

Que restaure a memória na viagem da meditação, meditando conselhos que solidifiquem a cada tempo que vejo.

V


A cada tempo que vejo procurando solucionar, solucionar as incongruências para ter Maturidade da Coerência, no perceber e no ser postulando assim um esplendido acontecer. 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Poesia: Consolidar a Igualdade - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A igualdade é a forma de querer um mundo justo e fraterno em atos a ações para reestruturar um ideário, um sentir sempre melhor para instalar no mundo a justiça. que se faça acontecer para assim enaltecer.

II

Para assim enaltecer um novo questionário de convicções para responder as vicissitudes em uma verdade que se aprofunde.

III

Em uma verdade que se aprofunde, aprofundando as consciências para um mundo de uma bela decência.

IV

Para um mundo de uma bela decência originando sentimentos que transportem para a vida a realeza dos conhecimentos.

V


Para a vida a realeza dos conhecimentos é Consolidar a Igualdade norteando uma meta , um grande existir que transforma os sonhos em um esplendido e eterno agir.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Poesia: O Artefato da Bondade - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A bondade inspira moldes de mudança para um pleno conciliar no alto do pensar.

II

No alto do pensar com os desígnios da história que iluminaram sonhos para de fato acontecer que o ideal sincero é algo belo a se fazer.

III

É algo belo a se fazer fazendo com perseverança que o modo de vida é na harmonia que alcança.

IV

É na harmonia que alcança no oásis da alegria que reinara paisagens em forma de sintonia.

V


Em forma de sintonia é o Artefato de Bondade transmitindo conhecimentos com artilharia do amor, orientando o globo com as armas da mudança que tudo pode ser grande nos pequenos atos que se deve conciliar conciliando a vida para um eterno refletir e sonhar.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Poesia: O que é a Poesia? - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O que é a Poesia?

A poesia é um sentimento de percepção de um mundo diferente para mudar a vida constantemente.

II

O que é Poesia?

É sentir com emoção os sentimentos de humanidade com toda sinceridade.

III

 O que é a Poesia?           

É o dialogar com si mesmo no entardecer da meditação, é criar forças para uma nova conjugação.

IV

O que é Poesia?

é pensar que tudo pode ser melhor , é criar um ambiente de paz que não se sente.

V

O que é Poesia?


É o diário do pensamento consolidando grandes forças de imaginação e postulando ao globo novas formas de reinvenção.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Poesia: O Computador da Vida - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A vida é um grande desejo de realização que modifica enfim excluindo a injustiça para pontuar o infinito e a grandeza acontecer solidificando um eterno esclarecer.

II

Um eterno esclarecer com convicções que se imortalizam para solucionar paradigmas que mudaram a história e conceituarão no mundo a paz e a vitória.

III

A paz e a vitória devem ser instrumentos de redenção redimensionando o pensar para um novo imaginar.

IV

Para um novo imaginar que revela a esperança que tudo norteara na beleza que encanta.

V


Na beleza que encanta é o Computador da Vida computando as nossas alegrias e excluindo as tristezas para priorizar a harmonia na sua realeza.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Poesia: Os Dados do Amor - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O amor é uma chama de renovação os sentimentos mudam a cada gesto e sensação.

II

O amor é um pilar de sustentação, sustentando diferenças na harmonia que se pensa.

III

O amor é um diagrama de sensações sentindo a maneira de olhar, o sorriso belo de um amor para sempre eterno.

IV

O amor é uma conjuntura de realidades, realizando na vida , aquilo sempre que motiva

V


Tudo isto são Os Dados do Amor que podem se ampliar no contexto da bondade, da partilha e da sinceridade de um novo crer que reinara o amor de verdade em cada canto que se perceber.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Poesia: A Singularidade da Infância - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A infância é um estagio de identificação de um tempo que fica n nossa emoção.

II

Que fica na nossa emoção perpetuando nas lembranças de uma vida simples de grandes momentos e relevância.

III

De grandes momentos e relevância que irá sempre mostrar que o bom da vida está nas coisas humildes que se notabilizara.

IV

Nas coisas humildes que se notabilizara em um grau de importância para transformar o mundo em uma força de sinceridade que ilustra essa fase.

V


Que ilustra essa fase é A Singularidade da Infância destacando que o principio preponderante deve ser a verdade como motivo único para uma verdadeira originalidade.   

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Poesia: O Calendário que Indica - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O calendário é um conjunto de dias que se deve acrescentar a esperança renovada que tudo vai mudar.

II

Que tudo vai mudar na concepção da singularidade que há um horizonte a notar com cordialidade.

III

A notar com cordialidade no auge da afirmação afirmando as respostas para a configuração.

IV

Afirmando as respostas para a configuração que o sol desponta a cada minuto no infinito distante, ensinando a nós que se deve olhar adiante.

V


Que se deve olhar adiante é O Calendário que Indica indicando que a realeza da vida está no olhar com simplicidade que a harmonia se concretiza nos mínimos atos da sociedade.     

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Poesia: A Visão do Egoísmo - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O egoísmo é uma agressão aos valores de Cristo que representam a mansidão e a paz e a união.


II

Representam a mansidão e a paz e a união na humildade sem demora de um mundo diferente de uma pluralidade na história. 


III

De uma pluralidade na história com acervo de meditação com idéias novas de muita renovação


IV

Com muitas idéias renovando a sociedade para erguer pavimentos estruturais muito sólidas de verdade.


V

Para erguer pavimentos de estruturas muito sólidas de verdade contrapondo A Visão do Egoísmo onde acumula e não faz a transformação priorizar assim a fortaleza de convicção reinando no globo a  partilha para o mundo novo.























quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Poesia: A Juventude Interior - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A juventude é um conceito abstrato, pois se tem na idade jovial e também na idade madura não desperdiçando como ideal.

II

Não  desperdiçando como ideal ser jovem  é estar nos momentos de luta por melhores dias e crer que a felicidade como desejo de igualdade.

III

Como desejo de igualdade o jovem sempre quer mudar, mudar métodos ultrapassados e assim se renovar.

IV

E assim renovar no arcabouço da inquietação inquietando com as injustiças para uma marca nova de partilha

V


Uma marca nova de partilha é A Juventude Interior guardando os sentimentos de uma juventude que não tem para se mostrar jovem na luta por um mundo do bem 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Poesia: O Limiar da Alegria - Autor :Ruy da Penha Lôbo

I

A alegria é um fenômeno de grandeza que tem o mundo e revela assim que a felicidade vai acontecer quando tem algo a entender.

II

Quando tem algo a entender que devemos continuar com nossas esperanças para uma infinita concordância

III

Para uma infinita concordância com formulas igualitárias que transcendem o sentimento de uma paz tão esperada.

IV

De uma paz tão esperada com anseio de modificar o mundo estabelecendo a cada silêncio que se tem no pensamento.

V


Estabelecendo a cada silêncio que se tem no pensamento é o limiar da Alegria ultrapassando as barreiras da acomodação e instalando o amor a vida em cada gesto de unificação.