sexta-feira, 31 de março de 2017

Poesia: O que é o Desígnio? - Autor: Ruy da Penha Lôbo




I

O que é o Desígnio?

É o destino traçado que trará um recado e mudara de fato.

II

O que é o Desígnio?

É o espelho para se ver e refletir um mundo novo para surgir.

III

O que é o Desígnio?

É a grandeza da esperança que se revela na bonança.

IV

O que é o Desígnio?

É o sentido para instruir que poderá aconselhar e transformar.

V
                                      
O que é o Desígnio? 

É ir muito além é Jesus orientando o caminhar para passos modificar.   







quinta-feira, 30 de março de 2017

Poesia: A Sintonia que Espalha - Autor: Ruy da Penha Lôbo





I

A sintonia é a união coerente de elementos novos que se farão presente.

II

De elementos novos que se farão presente na amplitude de manifestar a consciência transformadora que mudara.

III

A consciência transformadora que mudara o silêncio afirmador que assimilara a questão para avaliar.

IV

O silêncio afirmador que assimilara a questão para avaliar o problema que solicita a terna lembrança, um sinal de confiança.

V


A terna lembrança, um sinal de confiança é A Sintonia que Espalha a positividade de forma rara, na execução no conjunto da aceitação. 

quarta-feira, 29 de março de 2017

Poesia: O Ponteiro que Indica - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O ponteiro são as horas designadas que revelam a vida em momentos de acolhida. 

II

Que revelam a vida em momentos de acolhida o puro entardecer para estabelecer o principio reformador que nasce no esplendor.

III

O principio reformador que nasce no esplendor na paralela da adversidade que situa a bondade.

IV

Na paralela da adversidade que situa a bondade o supremo entender para fortalecer.

V


O supremo entender para fortalecer é O Ponteiro que Indica um tempo de paz e eterna alegria. 

terça-feira, 28 de março de 2017

Poesia: A Ferramenta do Amanhã - Autor: Ruy da Penha Lôbo





I

A ferramenta é um utensílio de transformação que assimila a sociedade em uma só manifestação.

II

Que assimila a sociedade em uma só manifestação para substituir o que é velho e o novo irá surgir.

III

Para substituir o que é velho é o novo irá surgir nas construções que aparecem no estilo arquitetônico que se apresentara e enaltece.

IV

No estilo arquitetônico que se apresentara e enaltece as linhas revolucionárias que perdurarão pelos séculos na vastidão.

V


Que perdurarão pelos séculos na vastidão é A Ferramenta do Amanhã, solucionando a vida nos mínimos detalhes sendo a escrita de um perceber para se acontecer.  

segunda-feira, 27 de março de 2017

Poesia: A Participação Restauradora - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I


Participar é ingressar em um só propósito de transformar.

II

Em um só propósito de transformar o sentido que edifica e convida a viver a cada dia.

III

E convida a viver a cada dia o conjunto da esperança a meta nova que sempre se alcança.

IV

A meta nova que sempre se alcança o primórdio para iniciar um belo reiterar que modificara.

V


Um belo reiterar que modificara é A Participação Restauradora movendo as dificuldades e abrindo realidades que estarão na amizade.   

sexta-feira, 24 de março de 2017

Poesia: O que é Imperar? - Autor: Ruy da Penha Lôbo




I

O que é Imperar?

È consolidar o pensamento bondoso que nunca deve acabar.

II

O que é Imperar?

É a solidez das atitudes que sensibiliza a vida em toda a sua concretude.

III

O que é Imperar?

É o Princípio denominador que se eleva a consciência à plena consistência

IV

O que é Imperar?

É o vocábulo que deve ter para substituir a arrogância e ter a harmonia como desejo de esperança.

V

O que é Imperar?


É ir muito além è Jesus imperando em nossas vidas para dizer que a simplicidade é o maior ensinamento que edifica e se pode compreender.   

quinta-feira, 23 de março de 2017

Poesia: O Número Indagador - Autor: Ruy da Penha Lôbo




I

Os números são desígnios matemáticos de reflexão, pois revelam ao mundo a sua majestade então.

II

Pois revelam ao mundo a sua majestade então a sua importância, sendo que cada número está intrínseco a quantia da confiança.

III

Sendo que cada número está intrínseco a quantia da confiança no silêncio da nostalgia que se apresentará algum dia

IV

No silêncio da nostalgia que se apresentará algum dia, a data inesquecível o fato marcante que ficara gravado porque este é a subjetividade do esplendor que se ficara e o tempo não apagara.  

V


A subjetividade do esplendor que se ficara e o tempo não apagara é O Número Indagador questionando a  saudade porque não volta e traz a alegria de verdade.