sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Poesia: A Alegria que nos Falta - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Ser alegre é a grande magnitude do sol do oriente que está além das fronteiras daquilo que sempre se sente

II

Daquilo que sempre se sente o sinal para iluminar um ideário que está sempre a chamar.

III

Está sempre a chamar modificando a dúvida para uma certeza nova que se faz e perdura.

IV

Se faz e perdura o auxilio consciente de uma serenata exaltadora  que cante a musica para solidificar o tempo que vai notar.

V

Para solidificar o tempo que vai notar é A Alegria que nos Falta, tendo essa realidade em nossa mente para ser feliz em qualquer época em tom renovador que delinea o caminho para uma força de amor.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Poesia: O Entender para se Compreender - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Entender é a mais difícil arte que coloca a vida em uma constante possibilidade. 

II

Em uma constante possibilidade ao suavizar o concretizar para sustentar habilidades que representa a sinceridade.

III

Representa a sinceridade com o orgulho do pensamento da humildade que afasta a soberba e traz a modernidade.

IV

Traz a modernidade, pois é sabedoria transformadora ser humilde deve ser um principio que deve estar em cada pessoa.

V


Estar em cada pessoa é Entender para se Compreender que não somos melhores que ninguém somos passageiros que estamos na locomotiva da viagem do bem.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Poesia: A Sombra da Consciência - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

A sombra é uma imagem refletida que faz perceber que através dela podemos descansar em nossas vivências e assim transformar.

II

Assim transformar no polígono reformador que renova linhas novas de uma paz em esplendor.

III

De uma paz em esplendor o concilio da interrogação que assume a pergunta com a resposta em ação

IV

A resposta em ação delimita questionamentos que acrescentem a existência em seu novo reconhecimento.

V


Em seu novo reconhecimento é A Sombra da Consciência aprimorando um conceito de inovação para um porto de idéias em conspiração 

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Poesia: A Lua que Consolida - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

A lua satélite natural da terra que pode elevar os pensamentos para sempre ter bons sentimentos.

II

Sempre ter bons sentimentos no futuro do amanha notando as semelhanças para identificar a confiança.

III

Identificar a confiança no conjunto da vida para integrar o mundo à paisagem transcendental para uma dimensão sem igual.

IV

Para uma dimensão sem igual em sinônimo indagador que afirma a verdade o nortear que invade.

V


Afirma a verdade o nortear que invade é A Lua que Consolida, consolidando os sentidos de uma forma duradoura que sensibilize o tempo para ternura que perdoa.  

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Poesia: A Ação é Perpetuar a Moderação - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Moderar significa estabelecer a mansidão infinita para se compreender.

II

Para se compreender na força da união que renova laços de muita exaltação.

III

De muita exaltação o principio consciente que consolida o tempo na vida presente.

IV

Consolida o tempo presente na vida presente no permanecer convicto em seu raciocínio que um novo tempo há de se reconhecer.

V


Um novo tempo há de se reconhecer com  A Ação é Perpetuar a Moderação considerando todas as variáveis para aprender em cada minuto a tolerância da igualdade,  gestos harmoniosos que iluminem de verdade.. 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Poesia: Ano Novo o Poder da Percepção - Autor: Ruy da Penha Lôbo




I

O ano novo calendário de infinitas possibilidades que rejuvenescem no tempo o conciliar do pensamento.

II

O conciliar do pensamento na amplitude questionadora que coloca o destino para priorizar o caminho.

III

Para priorizar o caminho nas elevadas histórias que revestem o enredo de muitas belas estórias.

IV

De muitas belas estórias fictícias que irão transportar para um desejo que irá sempre consolidar.

V


Irá sempre consolidar é Ano Novo o Poder da Percepção, percebendo as variantes que integram a acolhida um santuário renovado de brilho forte que ilumina.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Poesia: Ano Novo o Farol que Ilumina - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O ano novo é a designação comportamental que mexe com os sentidos, os sonhos que queremos ter, mas que pode acontecer em todo ano que a persistência reacender.

II

A persistência reacender no ardor da memória acrescentando ao tempo o principio da história

III

Acrescentando ao tempo o principio da história, os atos contínuos que desenharam a trajetória.

IV

Desenharam a trajetória o invento do esplendor que irradia a silenciosa forma de reagir elevando o existir.

V

Reagir elevando o exisitr é Ano Novo o Farol que Ilumina, iluminando o caminho para uma nova criatividade que perpetue no mundo a marca da positividade.