quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Poesia: A Relatividade da Riqueza - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

A riqueza é o acumulo de bens que às vezes ensina a não partilhar a bondade em cada lugar que se viva.

II

A bondade em cada lugar que se viva com afirmações serenas que difundem o humanismo em atos que se pensa

III

Em atos que se pensa no superlativo da misericórdia que abordara a confiança em nossa história.

IV

A confiança em nossa história na clara subjetividade que destaque o mandamento do amor e do perdão para uma reconciliação.

V


Para uma reconciliação é A Relatividade da Riqueza que devemos entender que os melhores momentos estão na simplicidade que se acredita e se vê.  

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Poesia: A Informação que Ensina - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

A informação é um conjunto de dados que transformam e priorizam ao mundo um grande questionamento.

II

Um grande questionamento que deve indicar que algo de bom sempre se pode exaltar. 

III

Sempre se pode exaltar no puro aprimoramento que modela a vida a sentir o conhecimento.

IV

Modela a vida a sentir o conhecimento afirmando com lealdade à nova sintonia de uma força de sinceridade.

V


Uma força de sinceridade é A Informação que Ensina, ensinando um grande pensamento que a situação exige belos modelos de sentimento.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Poesia: O que é a Compreensão?- Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O que é a Compreensão?

É o diálogo permanente uma esplendida realidade que modifique o individuo para fortalecer os laços infinitos de paz que irão brotar e eternizar.

II

O que é a Compreensão?

É a infinita educação para uma real elevação.

III

O que é Compreensão?

É a base de um tempo de conhecimento que sustente a vida na organização do perdão para uma conscientização.

IV

O que é a Compreensão? 

É a porta da serenidade que possibilita exercer o sacerdócio da bondade principio de moralidade.

V

O que é Compreensão?  


É ir muito além do que é dito e pensado para uma nomenclatura especifica de um ensinamento primordial que Deus ensina em todos os tempos para se entender que a chave da harmonia é crer que sempre há um novo dia para se aprender.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Poesia: A Igualdade da Alegria - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

A alegria poder de infinita felicidade que revela em seu tempo a pura sinceridade.

II

A pura sinceridade em conceber sentimentos que mostrem a vida em seu aprimoramento.

III

Em seu aprimoramento acrescentando perseverança que indique o caminho de uma afinidade que alcança.

IV

De uma afinidade que alcança restabelecendo o pensar forma nova de sempre criar.

V


Forma nova de sempre criar é A Igualdade da Alegria trazendo a certeza que tudo restaura em um otimismo sereno que irá suplantar e concretizar.   

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Poesia: O Poema da Meditação - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O poema é uma forma poética de se conceber pensamentos puros que irão iluminar o nosso ser.

II

Irão iluminar o nosso ser orientando a intuição que um novo desígnio se faz em minutos então.

III

Se faz em minutos então concebendo na vitória um prisma elevado que mostre o amor de fato.

IV

Que mostre o amor de fato na escrita que revela um significado de nobres enunciados.

V


De nobres enunciados que estão na imensidão é O Poema da Meditação que mostra a sua revelação.

Poesia: A Matéria da Fortaleza - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

A matéria é um ensinamento que se ensina é um conceito físico que se revela-se e se cria.

II

Revela-se e se cria no auto esplendor de um ato renovador que se faça com amor.

III

Se faça com amor no alvorecer do que é sereno que a sabedoria única é o pleno reavivamento.

IV

É o pleno reavivamento na certeza da exatidão que modela sonhos de muita concatenação.

V

De muita concatenação é A Matéria da Fortaleza, fortalecendo os princípios com muita cordialidade que o sentido infinito está na felicidade. 










segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Poesia: O Eterno Brilhar - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

O brilho é uma força radiante que ilumina a vida e a transforma em instantes.

II

E a transforma em instantes na pureza criadora que ensina o caminho que sempre se aperfeiçoa.

III

Sempre se aperfeiçoa na elevação dos conhecimentos que afirmar ao tempo um belo firmamento.

IV

Um belo firmamento na história da conjugação conjugando os acontecimentos de muita reiteração.

V


De muita reiteração aprimorando na memória a nova alegria que sempre vigora é o Eterno Brilhar, brilhando para perceber que a constelação é um ato para se crê.