terça-feira, 30 de abril de 2013

Poesia : Riachos da Serenidade - Autor : Ruy da Penha Lôbo




I

Os Riachos são a extensão de um rio que está a direcionar, como não notamos a vida na singela forma de expressar.

II

Na singela forma de expressar seguindo com o coração deixando a felicidade ser a única forma de contemplação.

III

Ser a única forma de contemplação para um sonho realizar instruir sentimentos que renasçam na forma de olhar.

IV

Renasçam na forma de olhar tendo a certeza para possibilitar a alegria em toda parte para progredir, realizar.

V

Progredir, realizar são os riachos da Serenidade que dialogam com o meio ambiente e mostram o caminho a seguir para se ter o sentido da eterna vontade na grandeza da Cristandade. 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Poesia : Os Telhados dos Infinito- Autor : Ruy da Penha Lôbo




I

Os telhados forma de proteção que está a proteger de todos os perigos que estão a nossa volta e não se vê.

II

Estão a nossa volta e não se vê, pois não estamos a refletir como a vida é bela e só deixa-la reluzir.

III

Só deixa-la reluzir inspirando a contemplação para se ter a confiança da grande indagação.

IV

Da grande indagação é um momento que devemos olhar, olhar para si mesmo e se perguntar por que não somos felizes na simplicidade que esta a mostrar.

V

Na simplicidade que está a mostrar são os telhados do infinito que despertam a sensação que ser feliz deve ser a única motivação. 


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Poesia: As Folhas que Caem - Autor : Ruy da Penha Lôbo


I

 A criação de Deus têm um grande significado que ensina a nós todos a leveza do amor que se manifesta na sua paz e esplendor.

II

Que se manifesta na sua paz e esplendor que devemos sempre perpetuar para um modelo novo de unidade reconciliar.

III

Um modelo novo de unidade reconciliar são as aspirações de um novo tempo que recriarão em nossa mente um singelo gesto de entendimento.

IV

Um singelo gesto de entendimento no aprofundar da imensidão que a vida é um mistério na sua infinita razão.

V

Na sua infinita razão são as folhas que caem revelando a grandeza de um ciclo que termina e sempre mudara e surgira um novo ciclo onde a harmonia reinara, 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Poesia : O Sol que Ilumina - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O sol fonte de vida que está sempre a mostrar que a vida se renova e muda para se ter de verdade a eterna motivação modificando e levando a retidão.

II

Levando a retidão, para fazermos refletir na simplicidade da vida que está a instruir.

III

Esta a instruir com novos conceitos ,  novas concepções, dialogando com o mundo e trazendo a percepção.

IV

Trazendo a percepção que estamos no mundo a criar pensamentos novos em um novo horizonte que irá se aproximar.

V

Em novo Horizonte que irá se aproximar é o sol que ilumina, iluminando a mente e o nosso coração instaurando a certeza da infinita criação.  

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Poesia : Redescobrindo a Esperança- Autor : Ruy da Penha Lôbo




I

A esperança olhar para um jeito novo de ver que a vida esta a mostrar que devemos sempre alegrar.   

II

Devemos sempre alegrar desejando a felicidade para se ter a compreensão que isso deve ser a maneira de ver então.

III

A maneira de ver então conjugando , formulando , reagindo, modificando procurando e mudando.

IV

Procurando e mudando nossas atitudes para sentir a grandeza da amplitude

V

A grandeza da amplitude é o redescobrimento da esperança para se ter no mundo a alegria e perseverança. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

No Arquivo das Minhas Emoções - Autor : Ruy da Penha Lôbo


Hoje estou pensativo relembrando de tempos bons que não voltam, de uma época de ouro que está nas minhas memórias de menino adormecidos em meu coração que suscitam a cada instante que vem como um relâmpago a brilhar em minha mente.
   Estou rememorando daquele Bonfinópolis estado de Goiás que não existe mais daquela simplicidade pujante onde a vida era uma grande alegria, jogando bola e bolinha de gude na singeleza do contentamento que deveria sempre estar em nossa vida.
     Com o decorrer dos anos alimentados por esses bons tempos que são a síntese da minha História que revela a simplicidade que hoje não se tem, onde a infância era aproveitada a cada minuto e instante da nossa vida infantil.
      Relembrando Bonfinópolis Goiás, memorizo com saudades da época que não tinha asfalto e onde havia uma palmeira de frente a minha casa revelando a simplicidade interiorana que hoje não vejo de uma emoção contida que me traz grandes recordações.
       Revivo aquela fase em que na adolescência assistia o filme karatê kid  e ouvia os sucessos de Lulu Santos e Almir Sater no toca discos ultimo lançamento da época isto meados de 1987 e vivia a adolescência em toda harmonia sem preocupações com o futuro que mais adiante iria chegar com tantas inovações tecnológicas. 
         Ah! Que saudade daquele tempo que Bonfinópolis  era distrito e a gente conhecia cada um de seus habitantes todas as suas lutas e conquistas no dia a dia da vida , naquela época havia pouco comércio na cidade não se tinha tanto desenvolvimento , mas notava-se uma ingenuidade na observação do mundo 
       No resgate de minhas lembranças lembro das festas de São Sebastião antigas em que se fazia o Leilão das Prendas da festa no coreto da Praça que ainda hoje existe onde reuniam várias pessoas para arrematar as prendas e também nesta hora era um momento de irmandade familiar e de muita alegria que hoje não se vê onde as pessoas vivem oprimidas na correria da vida sem tempo para viverem a vida na sua plenitude
     Hoje o Coreto está lá frio sem uso, sem alegria que se via de outros tempos de outrora, um tempo marcante da minha vida que repassarei como sendo exemplos de humanização que devem ser seguido pela nossa sociedade tão vazia de valores.
      Esse tempo de grandes recordações traz também a lembranças dos tempos estudantis em que eu levantava cedo para ir ao colégio estudar naquela felicidade que não sabia o porquê onde se via aquela multidão, ir cumprir o seu itinerário para chegarem à conclusão de seus caminhos que iriam acontecer no futuro.
       Hoje vejo uma sociedade onde a simplicidade deu lugar a arrogância onde os valores estão sendo deixados de lado, aquela espontaneidade, aquela vida interiorana guardo no meu coração, pois hoje vivemos o artificialismo , na era global , onde há  internet , redes sociais mas esquece-se do principal do diálogo humano  que deve-se existir em toda sociedade civilizada onde o primordial são as relações humanas  
        A sociedade evoluiu, mas não progrediram no refletir, no sentir as verdades simples da vida, bons tempos àqueles que não vivíamos nas redes sócias, mas vivíamos nas redes humanas onde sabíamos os problemas de cada um e procurávamos ajuda-los .
    Não estou aqui criticando as redes sociais, pois sei da sua importância na atual realidade, em que tem uma relevância no processo de socialização de pessoas que estão longe e são conhecidas e também na ampliação de novas amizades.
     Mas quero lembrar de um período que não existia internet, mas tinha a alegria da naturalidade que sinto falta nos dias de hoje e guardo no meu coração testemunhando que a vida é um grande recomeço a cada dia de nossa percepção humana.
      Por fim deve-se refletir e procurar resgatar a candura que perdemos no corre, corre da vida instituindo a verdadeira felicidade que brotara em novos frutos que manifestaram a certeza que dias melhores virão.
       Em Suma isto é o que me faz ser feliz viver, lembrar, sonhar e desejar que isto nunca se apague das minhas páginas da vida, pois é o arquivo de minhas emoções que estarão sempre guardadas com muita dedicação me ensinando que a vida está na grandeza de perceber o sentido da alegria que está nos pequenos momentos que se deve ter.      

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A Intelectualidade e as Massas Oprimidas III - Autor : Ruy da Penha Lôbo


      O intelectual deve ter um trabalho importante na conscientização das massas para melhorar as suas vidas e também o meio em que vivemos para criar uma sociedade justa igualitária onde todos possam realizar seus sonhos que está há anos em suas aspirações e que fazem parte do itinerário humano de sonhar e desejar algo. .
       Entretanto o intelectual não pode extrapolar isso achar que ele é o grande, o senhor da razão, pois não é , nós somos seres humanos, temos nossos conceitos formados com relação a vários assuntos que afligem o nosso dia a dia no nosso cotidiano. 
        Apesar de algumas pessoas não terem estudo isto não quer dizer que não tenham cultura, pois o termo cultura é amplo e não se refere à cultura formalizada nas escolas, mas a maneira como vêem o mundo, elas conseguem muitas vezes ir além do que os ditos cultos que não vêem o que está ao seu lado, pois são capazes de analisar o que está a sua volta sendo questionadores, indagadores  que pensam em um mundo melhor  onde todos tenham direitos iguais não sendo espoliados e lutando pela igualdade.
         Há pessoas que tem muito estudo, mas que não tem a capacidade critica para analisar o que está a sua volta , vivem em uma redoma de vidro que não entendem que as informações, são às vezes manipuladas para beneficiar um grupo oligárquico.
           A capacidade critica independe de a pessoa ter ou não ter estudo, pois há pessoas que nascem com essa capacidade e outras com estudo não tem vivem alienados sem notar o que esta a sua frente na sociedade como um todo em que fazemos parte.
            Como dizia Paulo Freire na frase “Leitura de Mundo”, que interpreto da seguinte forma, há pessoas que não tem estudo, mas tem uma visão critica do que de fato acontece, outro ponto a ser debatido é a forma como certas pessoas se acham como sendo as melhores, onipotentes usam de seu estudo, cultura,  para  humilharem  as pessoas , não se tocam que não é este o papel do intelectual ou seja deve respeitar as várias formas de pensar e os modos de ser de cada um , entendo que o seu papel deve ser o de orientador das pessoas e não ser um ditador de mentes impondo a sua maneira  de ver a coletividade e não respeitando as pessoas que pensem diferente sobre o mundo
            Como já disse em textos anteriores sobre este mesmo assunto diagnosticado por mim creio que esse termo intelectual deveria fazer parte do passado e em seu lugar acho que seria importante o termo observador da realidade, pois observando respeitamos os seus limites e não criamos barreiras estigmatizando as pessoas por não terem estudo, pois todos são filhos do altíssimo e que merecem todo o nosso respeito.
             Deve-se entender que as massas oprimidas têm um papel importante na formação da consciência da sociedade, não devem ser resignadas em segundo plano, mas dar a elas todas as oportunidades para crescerem e transformarem o mundo inserindo novos conceitos para uma vida igualitária para todos. 
              Por fim creio que se deve priorizar o ser humano independente da sua classe social, pois somos agentes de uma sociedade nova que guiara a ser formuladores de uma mudança tão importante no âmbito coletivo que estamos sempre a mudar.
              Em suma, a consciência critica deve fazer parte de nossas vidas independente do estudo que tenhamos, pois ela é a analise que teremos mais a frente para formulações profundas para um grupo novo, cabe a cada um de nós criar um ambiente para isso entendendo que a consciência esta no dia a dia, na simplicidade dos atos que fazemos, ou seja, ela esta em cada individuo basta que deixemos que ela se mostre a sociedade e a transforme como um todo.