sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Poesia: Natal o Conjunto que Transforma - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I
Natal a suprema felicidade de um tempo de magia que muda e invade.
II
Um tempo de magia que muda e invade em nosso coração com a certeza da emoção.
III
Que muda e invade com a certeza da emoção um dialeto que se revela então.
IV
Um dialeto que se revela então é o da solidariedade que nesse tempo se faz de verdade.
V
Que nesse tempo se faz de verdade é Natal o Conjunto que Transforma para reivindicar ao mundo uma ação que vigora.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Poesia: Natal a Impressão da Convicção - Autor: Ruy da Penha Lôbo






I
Natal a porta que sempre está aberta para a conversão que desperta.
II
Para a conversão que desperta o sentimento de meditação em toda a sua redenção.
III
O sentimento de meditação em toda a sua redenção para contribuir um mundo novo que vai ressurgir
IV
Para contribuir um mundo novo que vai ressurgir é Natal a Impressão da Convicção que luta por um globo  sem divisão onde a união seja a perfeita redenção.

Poesia: Natal a Mensagem que Sempre Fica - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I
Natal o principia do despertar para a imensidão direcionar.
II
Para a imensidão direcionar o desejo de se conhecer para conceber.
III
O desejo de se conhecer para conceber o sol do pensamento para traçar o entendimento.
IV
O sol do pensamento para traçar o entendimento a cortesia da confiança que tem a sua relevância.
V
A cortesia da confiança que tema sua relevância é Natal a Mensagem que Sempre Fica desenhando o conjunto do compreender que o individualismo deve acabar e o coletivismo modificar.


Poesia: Natal o Desenho que vai Ficar - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I
Natal a porta que se abrira para a suavidade prosperar.
II
A porta que se abrira para a suavidade prosperar o contexto que afirmara a nobre alegria.
III
O contexto que afirmara a nobre alegria o principio da consciência que um tempo trará as horas que ficara.
IV
Um tempo trará as horas que vai ficara a intensidade da saudade dos momentos que invade.
V  
A intensidade da saudade dos momentos que invade é Natal o Desenho que vai Ficar para a união sempre afirmar.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Poesia: Natal a Perspectiva da Tolerância - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I
Natal o agir constantemente com sinos a tocar algo novo que vai mudar.
II
Com sinos a tocar algo novo que vai mudar na certeza que vai surgir o pensamento de exaltação da harmonia na exatidão.
III
O pensamento de exaltação da harmonia na exatidão a principal mensagem que transmitira a imagem.
IV
Que transmitira a imagem para restabelecer o elo para rever.
V
Para restabelecer o elo para rever é Natal a Perspectiva da Tolerância criando um mundo na relevância que se alcança.

Poesia: Natal a interioridade que Transforma - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I
Natal o ensinamento perpetuo que definira um projeto para regenerar.
II
Um projeto para regenerar na construção do tempo com as bases sólidas de fé e desprendimento.
III
Com as bases sólidas de fé e desprendimento  para sustentar o quadro para iluminar que vai sempre brilhar.
IV
O quadro que vai sempre brilhar na história da vida que se conquista.
V
Na história da vida que se conquista é Natal a interioridade que se Transforma buscando os minutos de retidão que ficara marcado então.

Poesia: Natal a Força que Regenera - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I
Natal o brilho que vai iluminar o caminho ressoar.
II
Vai iluminar o caminho ressoar as pontes do entendimento que vai agir para a ciência conduzir.
III
Que vai agir para a ciência conduzir o espelho que reflete a harmonia que enaltece.
IV
O espelho que reflete a harmonia que enaltece a passagem do existir para um tempo aparecer e assim acontecer.
V
Para um tempo aparecer e assim acontecer é Natal a Força que Regenera o mundo com a palavra de Deus que vai guiar os filhos seus.