terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Poesia: Natal a Palavra que Deve Existir - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

Natal principio cordial de um felicidade pura e universal.

II

Felicidade pura universal que orienta os valores puros e se apresenta.     

III

Os valores puros e se apresenta no contexto do irradiar para assim se aproximar.

IV

Para assim se aproximar na primorosa melodia que mostra as notas da essência de alegria.

V


Que mostra as notas da essência da alegria é Natal a Palavra que Deve Existir sempre em nosso coração, mesmo não estando nessa época, deve ser o ano todo de emoção na solidariedade que se faz sem se mostrar e a bondade assim se afirmar. 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Poesia: Natal o Símbolo da Amplitude - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal a consciência eterna de uma paz segura que sempre se espera.

II

Sempre se espera para criar a atmosfera que vai consolidar

III

A atmosfera que vai consolidar com a exatidão da beleza em minutos então.

IV

Consolidar com a exatidão da beleza em minutos então para nortear o belo ensinamento que irá perdurar.

V

O belo ensinamento que irá perdurar é Natal o Símbolo da Amplitude, ampliando o nosso pensamento que as coisas celestes são sempre sentimento.   



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Poesia: Natal o Infinito Alegrar - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal a paz reveladora que sustenta os pilares da arquitetura da leveza

II

Que sustenta os pilares da arquitetura da beleza em concretos belos que se fazem na sutileza da amizade.

III

Na sutileza da amizade em reinar a partilha mutua que não acabara .

IV

A partilha mutua que não acabara e se ampliara regando o deserto do mundo que transformará em um jardim que embelezara.

V


Em um jardim que embelezara é Natal o Infinito Alegrar e assim permanecera para superar as dificuldades e a serenidade sempre ter e enfim acontecer.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Poesia: Natal o Sentido que deve Preservar - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal oferenda infinita de conquista radiante que mudara o semelhante.

II

Conquista radiante que mudara o semelhante com ações que consagram a ternura nobre conduta que se acrescente e se apresente.

III

Que se acrescente e se apresente o ideário reformador para alterar em habilidades que se pretendem mostrar.

IV

Habilidades que se pretendem mostrar na perspectiva do dia a dia que se eterniza no cotidiano que se inicia.

V


No cotidiano que se inicia é Natal o Sentido que deve Preservar para ficar como herança para as gerações futuras que a harmonia é a extrema certeza de um mundo de igualdade e fraternidade que se fará de verdade. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Poesia: Natal a Escrita de um Novo Tempo - Autor: Ruy da Penha Lôbo

I

Natal data ímpar de regeneração que muda os conceitos e concede a devoção.

II

Concede a devoção no perfeito limiar que irão retornar ao grande pensar.

III

Irão retornar ao grande pensar com leveza que supera a vida em uma fortaleza que indica.

IV

Em uma fortaleza que indica as realidades que sugerem ao globo uma nova ordem de verdade.

V


Uma ordem de verdade é Natal a Escrita de um Novo Tempo, que pretende escrever o livro sagrado que devamos sempre ler

Poesia: Natal a Linha que Afirmara - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal a orientação que deve reinar na perpetuação da emoção.

II

Na perpetuação da emoção os simples gestos que revelam a realeza da grandiosidade um desejo de verdade.

III

Um desejo de verdade em imprimir portas abertas que sempre devem exisitir.

IV

Sempre devem existir a solidariedade do amanhã que se faça presente na atividade consciente.

V


Na atividade consciente é Natal a Linha que se Afirmara criando um desenho de perseverança que se concretiza na costura que se avança. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Poesia: Natal o Eterno Repensar - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal principio de humanidade que traz a relevância de assimilar que o ideal é solicitar.

II

Que o ideal é solicitar ao coração que se mantenha puro em uma ascensão a imagem que se quer então.

III

A imagem que se quer então para normatizar o singelo agir para se aprimorar.

IV

O sincero agir para se aprimorar na irmandade que modele a sinceridade.

V


Que modele a sinceridade é Natal o Eterno Repensar para se conceber que o conselho é a única forma de se entender.