sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Poesia: Natal a Paz que Sentimos - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal sinônimo esplêndido de certeza e grande nobreza.

II

Sinônimo esplêndido de certeza e grande nobreza em subtrair os projetos belos que irão se conseguir.

III

Os projetos belos que irão se conseguir a ciência idealizadora que concretiza em conceitos para mudar e reafirmar. 

IV

Em conceitos para mudar e reafirmar a singularidade e estabelecer a pluralidade como modelo de amizade.

V


Estabelecer a pluralidade como modelo de amizade é Natal a Paz que Sentimos em toda a sua conjuntura quando se muda o mês e está para chegar e devemos ficar atentos que algo bom ressurgira e se contemplara. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Poesia: Natal a Suprema Redenção - Autor: Ruy da Penha Lôbo





I

Natal porta sempre aberta para analisar que o mundo deve se perdoar. 


II

O mundo deve se perdoar do seu egoísmo recorrente e estabelece a partilha consciente.

III

A partilha consciente, o principio reformador que surgira um sentido em intuir para servir.

III

Um sentido em intuir para servir em ações, conceitos de virgilia serena que apresenta um contexto de edificação na cortesia então.

IV

Um contexto de edificação na cortesia então para apresentar o norte que assumira.

V


Na cortesia então para apresentar o norte que assumira è Natal a Suprema Redenção, redimindo o nosso agir para um excelente existir. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Poesia: Natal O Templo está Aqui - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal fortaleza que se renova estrutura as bases de uma beleza extraordinária que o tempo espalha.

II

Que o tempo espalha em positividade que inaugura a esperança para uma realidade de confiança.

III

Para uma realidade de confiança que estabelece a ternura da gratidão em sua forma de manifestação.

IV

Em sua forma de manifestação a identidade da bondade se recria então. 

V


Em sua forma de manifestação a identidade da bondade se recria então é Natal o Templo está Aqui nos mínimos gestos e detalhes para entender que o grandioso da vida são os atos pequenos que se vê na acolhida.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Poesia: Natal a Amizade que Multiplica - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I


Natal a bonança da eternidade que revigora o globo em uma irmandade.

II

Revigora o globo em uma irmandade para notar o ensinamento mutuo de exatidão que perpetua a mansidão.

III

Que perpetua a mansidão o diálogo do aprender em se acontecer o triunfo de se conhecer.

IV

O triunfo de se conhecer na solidariedade que avalia a igualdade.

V

Na solidariedade que avalia a igualdade é Natal a Amizade que Multiplica para solidificar os laços humanos e priorizar.   


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Poesia: Natal o Silêncio que Glorifica - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal símbolo de harmonia que enobrece a vida em um sentido de sintonia.

II

Em um sentido de sintonia em aprimorar os desejos novos que poderão desabrochar.

III

Poderão desabrochar o entendimento para perceber o conjunto completo de aclamação em uma extrema manifestação.

IV

Em uma extrema manifestação em anunciar o ideário eterno para transformar.

V


O ideário eterno para transformar é Natal o Silêncio que Glorifica levando à reflexão que os pequenos detalhes são a máxima exaltação. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Poesia: Natal a Espera que Desejamos - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal a palavra que acrescenta o sentido novo de bela presença.

II

O sentido novo de bela presença olhando para estrela que guia os caminhos e iluminara o nosso destino.

III

Iluminara o nosso destino na pacificação do individualismo criando a rede do coletivismo.

IV

Criando a rede do coletivismo em fortalecer os laços generosos para acontecer

V


Os laços generosos para acontecer é Natal a Espera que Desejamos o amor para espelhar nesse tempo a caridade o intimo valor de humanidade. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Poesia: Natal a Ascensão da Emoção - Autor: Ruy da Penha Lôbo



I

Natal o menino pequenino vem mostrar a sua realeza da bondade que mudara a humanidade.

II

Mudara a humanidade pelos séculos sem fim transformando em cada ano o nosso coração em uma manjedoura de reflexão.

III

Em uma manjedoura de reflexão que sempre ensina que a humildade é a força da alegria.

IV

É a força da alegria que motivara que devemos empreender o diálogo acontecer.

V


O diálogo acontecer é Natal a  Ascensão da Emoção subindo a nossa consciência que Belém está aqui e devemos colocar ela em nossa vida e sempre mudar.