segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Poesia: A Ponte da Suavidade - Autor: Ruy da Penha Lõbo



I

A ponte é uma ligação que passa para outro lado da terra e possibilita um pensamento da vida tão bela.

II

Um pensamento da vida tão bela expressando na emoção um elo de criação para uma nova conceituação.



III

Para uma nova conceituação com a expressão da singularidade que tudo é maravilhoso na ternura que invade .

IV

Na ternura que invade moldando socialização para um eterno sentir que possibilite a emancipação.   

V


Que possibilite a emancipação é A Ponte da Suavidade sensibilizando novas idéias que devem priorizar o infinito caminho que devemos buscar. ovas idizando avidade ando socializaçe possibilita um pensamento da vida t]

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Poesia: O Rochedo das Indagações - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O rochedo é uma pedra gigante que mostra a sua força e estabelece com consciência a nossos olhos que a edificação na vida está nos desejos que revigoro.

II

Está nos desejos que revigoro com auxilio da interrogação, interrogando a si mesmo e achando as respostas em questão.

III

Achando as respostas em questão para socializar a coletividade e conceber um terreno de grandes possibilidades.

IV

Um terreno de grandes possibilidades que conduza a irrigar, irrigar nossos pensamentos para enfim frutificar.

V


Para enfim frutificar é  O Rochedo das Indagações , indagando ao pensamento fortalecendo nossas memórias e nossa forma de ver para sustentar grandes edifícios que estarão a conceber.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Poesia: O Pássaro que Sonhava - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

Havia um pássaro que sonhava que o mundo haveria de ter uma nova sociedade que estabeleça a igualdade como prioridade.

II

Como prioridade pois no mundo animal tudo é partilhado não se segrega a outra espécie tudo acontece na harmonia , na paz que enobrece.

III

Na paz que enobrece, pois voando , voa no conceito da participação, participando em coletividade para mostrar a verdadeira sociedade.

IV

A verdadeira sociedade onde não se tem ambição, cada pássaro é valorizado pelo seu trabalho que realiza então. 

V

Valorizado pelo seu trabalho que realiza então quer indicar que no mundo animal prevalece a partilha e não ambição e o egoísmo que nós temos hoje em 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Poesia: O que são os Minutos? - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O que são os Minutos?

Os minutos são uma pequena fração de tempo que tudo pode mudar e enfim que a concórdia vai reinar.

II

O que são os Minutos?  

São pequenos momentos de reflexão que aprimoram o ser humano em sua conceituação.

III

O que são os Minutos?

São um eternizar em pensamentos, a saudade de tempo que tragam sentimentos.

IV

O que são os Minutos?

Sistematizar a esperança e alegrar com sintonia que a vida se transforma em confiança.

V

O que são os Minutos?


São tudo aquilo que estão na nossa consciência de tempo que marcaram e estabelecer objetivos que guiarão com emoção para que novos minutos transformem a nossa vida então.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Poesia: Raios de Análise - Autor: Ruy da Penha Lôbo


II

O cérebro conceitua as nossas emoções e transporta a um mundo que não percebemos e cria um ambiente para lutar por aquilo que queremos.

II

Lutar por aquilo que queremos deve elevar o nosso consciente e  inconsciente assim priorizar os sentimentos que temos em mente .

III

Os sentimentos  que temos em mente no raiar das nossas aspirações para situar objetivos novos que cremos que irão acontecer no alto do entardecer.

IV

No alto do entardecer transmitindo perseverança que solidificara ao globo o reino da bonança.

V

O reino da bonança são Os Raios de Análise analisando os contextos que deve possibilitar que um outro mundo é possível é a partilha que deve aprimorar 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Poesia: Além do Imaginar - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

O imaginar é a consciência que conduzira a sonhos positivos que eternizarão em cada convívio

II

Que eternizarão em cada convívio com alegria a pulsar, pulsando grandes anseios de uma esperança que renovara transmitindo ao mundo a paz e a vitória.

III

A paz e a vitória devem proclamar para efetuar com dedicação que um novo tempo configure em conceitos radiantes para mudar o globo e instalar a confiança que tudo transformara com as vivências a edificar. 

IV

Com as vivências a edificar edificando novos cenários e criando um ambiente pleno de amor e harmonia para reinar assim o infinito ato de descobrir.

V


O infinito ato de se descobrir é Além do Imaginar concretizando na realidade estrada da fortaleza para encurtando caminhos e chegar à pura grandeza. 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Poesia: Os Ponteiros da Convicção - Autor: Ruy da Penha Lôbo


I

A convicção é um sentimento de confiança que aprimora o mundo em uma mutua relevância.

II

Em uma mutua relevância para nortear a realidade e introduzir assim o diálogo do existir.

III

O dialogo do existir em uma dialética da originalidade que substituirá o deserto da nossa irracionalidade

IV

Substituirá o deserto da nossa irracionalidade com bons sentimentos em andamentos para postular ao mundo um paraíso infinito.

V


Um paraíso infinito são Os Ponteiros da Convicção passando a cada segundo pela arrogância e estabelecendo assim a harmonia da sensibilidade para minutos de Alegria e bondade.