segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Poesia : O Sol Brilhando em nossas Vidas- Autor Ruy da Penha Lôbo


I

O sol simbologia que irradia em cada ser despertando a harmonia que se deve conhecer.

II

Que se deve conhecer refletindo sobre o mundo e a nossa estada sendo idealizadores de um novo tempo que irá acontecer onde a referência esteja em cada gesto que fazer.

III

Em cada gesto que fazer é a percepção da bondade que transbordara em novas atitudes que mudem a face da terra e formara novas mentalidades que guiarão para uma nova era

IV

Guiarão para uma nova era, pois é a afirmação que se deve ter para uma nova sociedade que transmita a felicidade em cada ser.   

V

A felicidade em cada ser é o sol brilhando em nossas vidas que possibilitara novos caminhos que modulem as nossas emoções de sonhos, realidades e objetivos que marquem a nossa passagem que deve ser infinita que irradie novos caminhos e que a alegria seja a unica conquista.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Conto- Saudade de Parnaíba- Autor : Ruy da Penha Lôbo



Era o ano de 1985 estava em casa eu Porfírio Carvalho e meus irmãos Fernando e Fátima brincando no quintal de casa, onde passávamos longas horas até o raiar do dia que alegrava a nossa vida e trazia a esperança que sentiríamos falta daquele momento tão essencial na vida das pessoas e eu hoje não se vê onde as crianças não brincam mais, querendo ser adultos foram do tempo e criando ilusões  
      Tínhamos uma vida simples porem de muita alegria meu pai Raimundo Correia trabalhava como ferroviário na construção dos trilhos de ferro e minha Gertrudes cuidava da casa e de todos os afazeres que eram muitos para o bom andamento do lar.
         Na cidade de Paranaíba interior de Goiás todos se conheciam e se respeitavam era uma verdadeira amizade que não se vê hoje em dia em um mundo Capitalista que valoriza o ter e não o ser, em Paranaíba todos se ajudavam quando uma pessoa estava em dificuldades seu Honorato um farmacêutico ajudava as pessoas que ficavam doentes e estavam sem dinheiro medicando os remédios e aceitando quando pudessem pagar , ou seja era uma vida de solidariedade e que  não se prega hoje.
        Meu itinerário de vida e meus irmãos era ir para escola Januário Peixoto e estudar lá encontrávamos meus amigos Alcides e Diocleciano onde brincávamos no recreio e após voltávamos com afinco para aulas, pois a professora Geralda era sistemática e não gostava de estripulia em suas aulas tendo que levar a serio para sermos alguém na vida.
         Ao terminar as aulas chegávamos em casa e minha mãe sempre havia preparado um lanche para eu e meus irmãos e amigos  que era saboroso com rosca , pão de queijo bolo de fubá , bolo de mandioca e um saboroso café . Ah que tempo bom que não volta mais na simplicidade singela eu não tinha a real noção que aqueles momentos seriam inesquecíveis guardados no baú das minhas emoções. 
           Ao termino do 1º grau e 2º grau no colégio Carlos Prado, não tendo condições de estudo posterior fomos para Goiânia onde trabalhei de vendedor em uma loja e meus irmãos em um supermercado, a vida era difícil, mas com muita luta conseguimos nossos objetivos , prestei vestibular para História e fui aprovado e meus irmãos Fernando e Fátima haviam sido aprovados para Direito , as conquistas iam a cada dia acontecendo em nossas vidas , alcançando tudo que queríamos , após longos anos de estudo concluí o curso de História  e estava ministrando aulas na escola José Cândido e também havia pouco tempo concluído o  Mestrado e com o decorrer dos anos conheci Isabel que trabalhava na mesma escola , namoramos e casamos e tivemos dois  filhos Renato e Alessandra.
        Quanto a meus irmãos Fernando e Fátima haviam se graduado em Direito  e tinha um escritório de  advocacia e tinham também se casado, Fernando havia casado com Norma uma bióloga que conhecera na Universidade e tinha um filho Demerval e Fátima minha irmã havia se casado com Thales um professor de matemática  e tinha um filho Cláudio , suas vidas eram muito diferentes , viviam no luxo , na ostentação  não se lembravam da vida simples que nós tínhamos em Parnaíba , aliás tinham vergonha de dizer que eram de lá , não procuravam  ter contato comigo , viviam reclusos em seu mundo de vaidades e futilidades esquecendo que a simplicidade é a maior das virtudes.
          Ao retornamos em Parnaíba no dia 20 de janeiro de 2013 na festa do Padroeiro São Sebastião relembrei toda a minha vida, a alegria que não voltara o tempo que passou e não apagarei a Parnaíba que sempre estará em meu coração, a saudade de meus Pais que não sairá de dentro de mim de um tempo bom em que a saudade sentirei sempre a  pulsar nas minhas recordações onde a felicidade existia e irei sempre guardar guardar como doces lembranças que irei sempre lembrar. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Poesia : A Amizade - Autor : Ruy da Penha Lôbo


I

A amizade forma de interação de convicções, sonhos e realizações.

II
Sonhos realizações é a maneira de integração, integração entre pessoas que divulguem a confraternização.

III
Divulguem a confraternização, pois a amizade é um tesouro que estamos sempre a criar , criar  laços de humanidade de um novo mundo que devemos acreditar.

IV

Em um novo mundo que devemos acreditar, pois somos mensageiros da bondade que irá trazer ao mundo paz e humanidade.

V

Irá trazer paz e humanidade, pois somos construtores da aliança que irá motivar outras pessoas a espelhar, espelhar a amizade em cada canto que se encontrar.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Conto- Um Amor em 1932-Autor Ruy da Penha Lôbo


      Era o ano de 1932, estava passeando pelas ruas de São Paulo, mas precisamente no Bairro da Mooca , quando avistei uma moça linda cabelos negros , olhos pretos muito bonita quando a vi estava indo trabalhar em um restaurante que na época se chamava Paladar muito freqüentado por varias pessoas do bairro e redondezas , onde todas as pessoas iam ao restaurante se divertiam  e encontravam com os amigos  , notava-se uma alegria no semblante das pessoas que o freqüentavam todos os dias .
    Eu Joaquim campos recém-chegado de Goiás morava com os meus tios Carlos e Teresa e meus primos Fabio e Catarina vivíamos felizes naquela cidade ainda provinciana onde todos se conheciam diferente da megalópole que se tem hoje com um transito conturbado e grandes problemas que a afligem na época pós moderna.
     A nossa vida era simples eu Joaquim Campos trabalhava em uma loja de tecidos do senhor Ranan um turco que estava muitos anos em São Paulo e tinha uma grande clientela, pois era muito educado e atendia a todos com educação exemplo de trabalho que devia ser seguido por todas as pessoas que hoje em dia vejo não terem educação. 
       Meus primos Fabio e Catarina trabalhavam em um mercado que ficava próximo as suas casas e enquanto meu tio Carlos e Helena ele trabalhava em uma empresa de sapatos e minha tia como professora na escola Domiciano Campos Toledo , eu Joaquim Campos e meus primos estudávamos no Colégio Padre Anchieta , minha rotina era levantar cedo esperar o bonde e ir para o trabalho e a noite ir para o Colégio em um desses dias encontrei com Veridiana novamente , começamos a conversar e notei que a felicidade estava no seu rosto , ao me ver conversamos muito e ela disse de seu trabalho no restaurante Paladar e que era muito cansativo que havia dias  em que chegava tarde em sua casa e que iria arrumar outro serviço pois queria estudar e não tinha tempo.  
    Enquanto isso eu falava do meu trabalho da minha terra Goiás e da minha cidade Guaratan, nessas idas e vindas de conversas, perguntei a ela se estava namorando e ela disse que estava solteira e tinha terminado o namoro há pouco tempo. 
       Nesse instante fiquei feliz, pois estava interessado por ela há muito tempo somente não sabia como me aproximar e agora era a oportunidade que queria então disse:
       -   Veridiana tenho algo a lhe dizer
 Então ela disse:
        - fale Joaquim o que tem a dizer?
   É o seguinte Veridiana há muito tempo sinto algo muito forte por você estou gostando muito de você e gostaria de saber se você aceitaria namorar comigo?
 Nesse momento Veridiana respondeu:
        - Sabe Joaquim há muito tempo vejo você e gostaria muito de conversar, também estou gostando de você aceito namorar com você.
      Ao dizer isto beijamos e abraçamos e esse instante foi inesquecível pois foi o marco do inicio de nossa História que iria se perpertuar por muitos anos, ao passar todos esses momentos marcamos de encontrar no Domingo na praça que ficava próxima a sua casa pois seus pais eram muito sistemáticos e não aceitavam  ficar namorando de qualquer jeito , através de Veridiana mandaram dizer que queriam conversar comigo e saber as reais intenções que tinha com ela , então  fui a casa de seus pais Julio e Dona Mercedes. 
     Ao chegar estavam a minha espera para conversar, quando cheguei disseram:
         - Você é o Joaquim que minha filha falou?
      Então respondi:
         - sim sou eu
Então responderam
- Seja bem vindo a nossa humilde casa
      Seu Julio era um homem trabalhador trabalhava no comercio de tecidos e Dona Mercedes cuidava dos afazeres domésticos, no decorrer do dia em sua casa  seu Julio e eu fomos para a sala e conversamos sobre  política , economia  e a vida em sociedade.
 Enquanto Veridiana ajudava sua mãe na cozinha preparando o jantar.
    Conversamos bastante, enfim o jantar ficou pronto, muito saboroso por sinal, com uma feijoada, arroz, e uma pizza muito saborosa, que até hoje não esqueço ficando em meus pensamentos guardada em minhas emoções para sempre.
      Passado o jantar, disse ao seu Julio que estava ali para dizer que gostaria muito de namorar Veridiana e assumir um compromisso serio de casamento com ela, nesse instante seu Julio respondeu:
         - rapaz vejo que é um rapaz serio, pois todos os outros não tiveram coragem de chegar aqui  e você veio e quer assumir um compromisso serio com minha filha , aceito seu pedido de namoro , pode namorar com minha filha , mas não a magoe pois ela é jóia  da nossa vida.
          Nesta hora respondi:
           - Pode ficar tranqüilo seu Julio, pode ficar despreocupado amo a sua filha
        Foram anos importantes de namoro eu diria uns quatro anos com o decorrer dos anos minha vida estava estabilizada tinha formado em Medicina e com planos de voltar para Goiás, o estado que amo e que sempre esteve guardado em meu coração durante todos esses anos , Veridiana também havia se formado se formando em enfermagem e tanto ela e eu estávamos trabalhando em um hospital , meus primos Fabio e Catarina também haviam se formado haviam se graduado em direito e tinham seu próprio escritório enquanto aos meus tios Carlos e Helena estavam de passeio pela Argentina em uma viagem que meu tio planejava há anos e somente agora haviam realizado. 
        Com o decorrer do tempo em 20 de janeiro de 1936 na cidade de São Paulo chegava o grande dia tão esperado e com grande expectativa há anos e em que iria unir a mulher que tanto amava, na casa  de meu tio estávamos todos aprontando para o casamento tanto eu como meus pais Lourenço e Carmem recém-chegados de Guaratan , Goiás  era uma alegria aquele momento para eu vesti um terno muito bonito que havia comprado e fomos para a igreja da Sé  para aquela cerimônia tão especial na minha vida. E que ficaria no arquivo de minha memória para sempre.
         Ao chegar avistei Padre Floriano muito educado disse que ficasse tranqüilo e desejou muitas felicidades para eu e para Veridiana, Veridiana demorou um pouco, mas enfim a vejo chegando com seu pai Julio, linda magistral parecia uma princesa ao aproximar seu Julio disse:
       - Cuide bem de minha filha que ela é o meu tesouro!
          Então respondi:
          - Não se preocupe seu Julio eu amo sua filha.
     A cerimônia foi linda em que o Padre Floriano falava da importância da família e que devemos lutar para protegê-la, passados todos esses anos hoje em Goiânia no ano de 2013 sentado no alpendre de minha casa no setor Oeste hoje aos 90 anos com minha esposa Veridiana tendo doze filhos, oito netos e vinte bisnetos sinto que a felicidade aconteceu naquele instante que vi o amor da minha vida em São Paulo no bairro da Mooca, um amor que conheci em 1932, amor divino, sublime que quero sempre semear, semear bons frutos de carinho que vão sempre eternizar.

                                        - FIM -

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Poesia : A Felicidade que Devemos Lutar- Autor : Ruy da Penha Lôbo


I

A felicidade é a palavra que devemos motivar, motivar em desejos que irão sempre acalentar.

II

Irão sempre acalentar pensamentos positivos que revelem a mansidão de se ter a humildade como parte de nossa ação.

III

Como parte da nossa ação é o intuito que devemos enfatizar para um modelo de sociedade se transformar.

IV

Um modelo de sociedade é afirmação que devemos ter para um mundo de igualdade que um dia irá florescer.

V

Um dia irá florescer que é a felicidade que devemos lutar para que nossos objetivos, nossos sonhos e aspirações, desejos pequenos e grandes que se realizem na infinita realização. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Poesia : O Desejo de realizar -Autor :Ruy da Penha Lôbo


I

A realização está na grandeza de olhar, olhar com dignidade as coisas se modificar.

II

As coisas se modificar, pois estamos sempre a perceber, quantas coisas podem nos acontecer.

III
Quantas coisas podem nos acontecer sentindo a felicidade que ira trazer a paz e a igualdade

IV
A paz e igualdade são sentimentos que devemos refletir para um mundo novo existir.

V

Devemos refletir ser o desejo de realização onde seremos felizes na infinita doação em que haja sentimentos nobres que amadureçam a nossa razão.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Poesia : O Caminho a Seguir - Autor : Ruy da Penha Lôbo


I

O caminho é a reta que devemos direcionar modificar a sociedade e padrões novos restabelecer para um vida justa igualitária que assim irá acontecer.

II

Irá acontecer, pois somos artificies da modificação e uma luz brilhará no desejo da nossa concepção. 

III
Desejo da nossa concepção  é a determinação a força da grandiosidade que irrigara a esperança e instara a solidariedade em um mundo de arrogância 

IV

Em um mundo de arrogância é o orgulho que permeia a exclusão não permitindo que haja uma sociedade de irmãos.

V

Uma sociedade de irmãos é o que devemos recriar para que a humanidade entenda que a simplicidade é a única chave que ira nos transformar, é o caminho a seguir que devemos sempre caminhar.