sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Poesia: Pai carinho que nos Guia- Autor: Ruy da Penha Lôbo

       I
Pai Carinho que nos Guia
Esperança que se renova
Seriedade nas palavras
E orientação que nos revigora

II

Revigora orientando nos gestos e boas ações ensinando , o bom caminho para as nossas transformações.

III

Transformações em que tu ensinas a sermos pessoas diferentes , não irmos pelas ondas e ser pessoas transparentes.

IV

Transparentes no caráter e também nas atitudes mudando a nossa vida e fazendo um mundo mais justo.

V

Justo para entender que ser Pai é ter entrega , carinho e orientação na formação dos filhos com princípios e uma vida onde Deus seja a Eterna razão.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A intelectualidade e as Massas Oprimidas - Autor - Ruy da Penha Lôbo

A intelectualidade é algo importante pois faz com que tenhamos conhecimento do que está acontecendo no mundo , entretanto há intelectuais que se acham acima do bem e do mal ou seja pensam que são melhores que os outros , pelo fato de terem conhecimento , acham que são semi-Deuses  se esquecem que todos nós somos filhos do altíssimo , não existindo ninguém melhor do que outro .
    Não me considero um intelectual mas um observador da realidade pois há intelectuais que preferem ficar reclusos em seu mundo esquecendo dos problemas da coletividade , eu participo da sociedade e procuro entender e ajudar as pessoas através dos meus contos com exemplos de vida para elas se avaliarem.
     Há intelectuais que se acham no topo da Pirâmide e o povo lá embaixo se esquecem que isso são visões distorcidas de intelectualidade pois o intelectual deve estar junto com o povo ou seja com as massas oprimidas.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

poesia : O Tempo - Autor : Ruy da Penha Lõbo

O tempo o que é?
É uma fração de segundo
É o limiar de uma aurora
É mudança de dia ou a esperança que se renova

II

O tempo é o passar dos segundos
É o amor que se espera
É a saudade constante de um tempo que não volta mais  , e a distancia perdida dos sonhos que não se renova.

III

O tempo esse marco da humanidade antagonismo da história , pensamentos  , sonhos,  realizações que estão aqui na memória. 

IV

O tempo me diz o que é?
É a marcação no calendário
É a aurora da esperança
É os sonhos de quando eu era criança
É a saudade do que se foi e a incógnita do que se vem os pensamentos em sonhos que todo mundo tem. 

V

O tempo vou dizer o que é
É a esperança de dias melhores , e a mudança transformação , são sonhos não realizados mas que um dia se realizarão , é a saudade marcante de um tempo que não volta mais , é olhar para o futuro , e lutar a cada segundo , e mergulhar nos pensamentos e realizar cada um a cada minuto.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Eternas Saudades - Autor Ruy da Penha Lôbo

Era 2002  passava pela Rua General Ernesto Paulo  em Maçandapa  Goiás e lembrei com saudade dos momentos felizes que tinha passado com meus pais , eles eram pessoas simples , mas em casa nada faltava tudo era feito com amor .
    Meus pais senhor Genaro Herculano e senhora Jacinta dos Santos tratava a todos os filhos com carinho e igualdade não se via no rosto terno de minha mãe diferenciação entre os filhos gostava de todos com seus defeitos e qualidades inerentes a todo ser humano que fora criado por Deus o grande criador do universo.
     Nas manhas  levantávamos bem cedo , eu Dilermando , Raquel , Márcia e Paulo   éramos acordados por minha mãe que ia no nosso quarto nos chamando para ir a escola , no café da manha  era tudo muito alegre minha mãe dona jacinta fazia biscoitos  pães  e Roscas que eram de dar água na boca , mas o momento mais importante do café da manha que me lembro como se fosse hoje é o momento de confraternização que existia onde contávamos os sofrimentos pelos quais passavam na lida da roça plantando arroz , feijão, milho verde , fabricando queijo , vendendo leite e sendo pouco valorizados pela sociedade que valoriza o ter e não o ser as classes mais abastadas.
       Nesta época meu pai Herculano tinha uma pequena chácara ele plantava tudo nela e vendia e ainda sobrava muita coisa que atendia as necessidades da casa vivíamos na fartura com alegria e não nos faltava nada isso sinto é a verdadeira felicidade.
        Aos Domingos , levantávamos cedo tomávamos café arrumávamos e íamos para a missa do padre Osmar que era as oito horas começando pontualmente , depois da missa íamos para  praça onde brincávamos com os amigos Joaquim e Helena , filhos do seu Olavo e de dona Almerinda , seu Olavo era um farmacêutico bom que tinha na cidade que atendia a todos sem distinção de classe social , coisa que hoje não se vê mais onde impera o egoísmo, a arrogância e o orgulho diante dos pobres.
        Em Maçandapa , todos se conheciam , sendo uma verdadeira irmandade onde todos se respeitavam , ao olhar o lugar onde vivi os melhores momentos de minha vida a casa onde morei e hoje não existe mais , me aperta o coração , por saber que naquele lugar está um prédio imponente mas frio fruto do capitalismo desregrado , meu pai na época por condições financeiras teve que vender a casa para seu Altemar que depois revendeu a um grupo imobiliário que não preservou a casa vendendo a grupos econômicos supermercadistas deixando escancarado o lado cruel do capitalismo.
       Ao rememorar todos esses fatos , lembrei-me do quanto a família  é importante , vivíamos com simplicidade , mas tínhamos a felicidade , hoje meus pais faleceram , meus irmãos não me procuram Raquel formou-se em Jornalismo e trabalha em uma grande rede de televisão seu meio social é outro , participa de festas da alta elite da sociedade e esqueceu de suas origens o que não poderia acontecer.
       Márcia formou-se em geografia mas vive longe ministra aulas na Universidade Federal do Rio de Janeiro e Paulo é dono de uma Imobiliária que vende terrenos para formar grandes condomínios fechados , ou seja não estão preocupados comigo , enquanto  a eu Dilermando formei em História  pela Universidade de São Paulo sou professor aposentado pela Universidade Católica de Goiás , mas não esqueço das minhas origens , hoje sou casado com Catarina tenho dois filhos Renato e Munique tento passar para eles os valores familiares que recebe de meus pais onde éramos felizes e a felicidade estava a nossa porta que não se vê no momento mas está no meus coração sendo Eternas Saudades de um tempo que guardo com emoção .

terça-feira, 14 de junho de 2011

Teoria do Pensamento Autônomo - Autor - Ruy da Penha Lõbo

A inteligência humana é impressionante , o ser humano é capaz de criar coisas e formular conceitos que irão mudar os paradigmas da humanidade .
  Dentre esses pensamentos , é que analisando e refletindo sobre o ser humano e toda a sua capacidade de formulação é que formulei a teoria do pensamento autônomo , no qual defendo que o ser humano é um ser criativo , que muda a humanidade e traz novos conceitos que irão nortear a vida humana em todas as suas vivências.
   Nesta teoria do pensamento Autônomo questiono o ser humano nos dias de hoje em que se tornou um mero repetidor de pensamentos de outras pessoas ou seja citações de autores , não tendo um pensamento próprio , vive em função dos que os outros pensam.
    Nessa teoria do pensamento autônomo quero destacar os autores literários que são capazes de criar um enredo , um fato , acontecimentos , personagens ou seja toda uma conjuntura de pensamentos bem ordenada e esquematizada .  
      Na teoria do pensamento autônomo quero enfatizar dois conceitos que para mim são importantes:

        -Mente criativa e a Mente repetitiva

         - a Mente Criativa : seria a capacidade que o ser humano tem de criar coisas , conceitos , sem precisar ter uma referência ou seja estar baseado em autores ter a capacidade de criar. Como exemplo cito dois grandes pintores do Renascimento italiano, Leonardo da Vinci e Michelangelo .
  
    - A Mente Repetitiva – onde o ser humano não procura trazer nada de novo , vive preso ao que os autores falam , não formula conceitos , não cria coisas novas , como próprio nome sugere vive da repetição. 


Nesta teoria formulada por mim quero fazer um questionamento aos intelectuais ortodoxos faze-los repensar sobre a maneira como vêem o mundo e  a sociedade , na teoria do pensamento Autônomo não estou contra a citação de autores importantes , o meu objetivo não é esse e sim questionar o exagero que existe onde as pessoas não tem pensamento próprio e vivem como robôs programados a dizer o que os outros pensam e não o que eles pensam sobre  a sociedade e o mundo .

A este exagero de uso de citações quero dar o nome de citacionismo sendo seu uso exacerbado , nesta teoria quero trazer luz do novo conhecimento que deve ser o pensamento Autônomo , onde o ser humano deve ter a liberdade para criar coisas , definir conceitos sem se basear apenas nos que os autores dizem mas no que ele diz ou seja essa é a teoria do pensamento Autônomo que tem como finalidade criar e estabelecer novos conceitos , trazendo novos questionamentos para humanidade tão importantes para os nossos dias  

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Encontros e desencontros da vida - Autor- Ruy da Penha Lôbo

Era abril de 2002 estava sentado em minha casa em Curitiba , Paraná quando de repente me veio as lembranças de um tempo que não volta mais da minha querida Bonfinópolis eu Eusébio rememorava as minhas recordações a vida simples , porém alegre que tinha com meus pais Geraldo e Carminda e meus irmãos Julio e Veneranda.
     Lembrando dos tempos de escola , onde íamos todos juntos , minha mãe Carminda levantava bem cedo fazia um café saboroso e uns biscoitos de dar água na boca que até hoje não esqueço , éramos felizes em Bonfinópolis estado de Goiás , minha terra querida. Depois que voltávamos da escola íamos encontrar com minha mãe Carminda e meu pai Geraldo , ao chegar a hora do almoço era o momento mais alegre para nós pois  minha mãe , era uma cozinheira de mão cheia , fazia: pelota, tutu de feijão , bolinho de arroz e pastel de carne, sem contar que depois do almoço meu pai ia nos contar tudo que tinha acontecido na loja e dificuldades pelas quais estava passando.
      Era o ano de 1988 , já adolescente com meus dezessete anos conheci uma garota que não esqueço e pela qual tinha grande paixão se chamava Catarina , era linda , olhos verdes , cabelo loiro , era apaixonado por ela , mas ela não me correspondia aos meus sentimentos , tratava eu com carinho mas não sentia amor por mim .
      Tudo na minha vida era feliz , as lembranças de meus pais , de meus irmãos e a recordação doce de Catarina povoam minha mente que não me sai do meu coração, hoje aos 39 anos casado com minha esposa Fátima vivo com alegria com meus filhos Renato e Munique mas as lembranças daquele tempo na minha pequena Bonfinópolis não me sai da minha cabeça e do meu coração onde vivia com meus pais e irmãos e estudava no colégio Presidente Castelo Branco com muito afinco e dedicação.
      Meus irmãos Julio e Veneranda se mudaram para São Paulo são bem conceituados , Julio é professor de história contemporânea na Universidade de São Paulo e Veneranda é Professora de geografia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo  , porém com todos esses títulos que fizeram eles esqueceram o verdadeiro sentido da palavra família que nós tínhamos na vida simples de minha cidade de Bonfinópolis , onde conhecíamos todo mundo e a felicidade estava a nossa porta e não víamos , meus irmãos não me procuram , vivem em seu mundo e distante de mim esquecendo que o verdadeiro sentido de família deve ser de estarmos unidos uns com os outros.
      Nesses encontros e desencontros da vida , sempre quer nos pregar peça , mas o essencial é guardar as lembranças e saudades de um tempo que não volta mais , das recordações mais profundas que guardo da minha querida Bonfinópolis onde a felicidade estava presente e que até hoje não sai da minha mente.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Bonfinópolis Terra minha Terra da minha infância Querida - Autor : Ruy da Penha Lôbo

BONFINóPOLIS,TERRA MINHA,TERRA DA MINHA INFANCIA QUERIDA.
QUE NÃO VOLTA MAIS,EM QUE JOGAVA BOLA PARA ALEGRAR O DIA
RELEMBRANDO AQUELES TEMPOS QUE SAUDADE QUE ME Dá.

II
HOJE LEMBRO TAMBEM DAS AULAS NO COLÉGIO EM QUE N0S INTERVALOS CANTAVA PARA PASSAR A MONOTONIA, AO ENTRAR NAS AULAS TENTAVA
APRENDER TUDO COM MUITO AFINCO E ALEGRIA.

III

AO SAIR TUDO ERA FESTA CANTAVA PARA ESQUECER A TRISTEZAS E PARA
ALEGRAR,A MINHA VIDA,HAVIA SENTIMENTOS ANTAGÔNICOS QUE PULSAVAM
DEMTRO DE MIM SONHAVA COM SOCIEDADE JUSTA E COM UM FUTURO MELHOR
PRA MIM.

IV
Solitário hoje eu vivo sempre a pensar na vida que passou e que
não pode voltar,recordações de uma época sempre a me torturar
porque não fiz da minha vida um eterno cantar.

v
Hoje, olho Bonfinópolis com aperto no coração da minha infância
Adolescência em que era ilusão, tinha pouco na vida, mas era um idealista, tinha sonhos mais foram abdicados.